terça-feira, 20 de outubro de 2009

Cuidado com o trio diabólico que mora em sua casa



Cuidado com o trio diabólico que mora em sua casa

Quando você pensa que tudo já foi escrito sobre banheiros, voltamos ao assunto para falar dos efeitos maléficos das privadas, canos de esgoto e fossas. Esse trio é "jogo duro". Dependendo de onde eles se encontram na casa, podem roubar nossa prosperidade, vitalidade, saúde, humor e energia sexual. (Chega! Quer ver o resto, volte pro Terra).

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Observações sobre a notícia:

Quem não tem Deus REALMENTE acredita em qualquer coisa, até em privadas que roubam energia.

O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Amém. (Flp 4:19-20)





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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Se ele é todo poderoso, como ofendê-lo, como resistir a ele?



Continuação das perguntas feitas no livro 'The necessity of atheism', de Percy Bysshe Shelley. Partes anteriores: Primeira Segunda Terceira Quarta.

Se ele é todo poderoso, como ofendê-lo, como resistir a ele?


A pergunta correta é: Se Deus é todo-poderoso, como podemos agir com livre-arbítrio?
Nos dias da criação, Deus construiu um universo perfeito. Todos os seres vivos, sistemas ecológicos, leis físicas... tudo estava sob seu perfeito controle. Até o homem foi feito na maior perfeição e teve as demais coisas criadas sujeitas à sua vontade, pois assim Deus determinou. E Deus fez mais: presenteou o homem com um atributo que nenhuma das suas outras criaturas teve: livre-arbítrio, o direito de escolher segundo seu desejo. E Ele fez desta forma porque queria que o homem estivesse em comunhão plena com seu Criador, por vontade própria; que o servisse e fosse seu amigo, não por obrigação, mas por amor. Amor livre, pois amor forçado não é amor, é estupro. E assim Adão e Eva foram criados.

É obvio que a liberdade de escolha é uma faca de dois gumes: pode-se tanto escolher o bem quanto o mal. E Deus estava ciente disto. Uma de suas características que O eleva ao status de Todo-Poderoso é a onisciência: o poder de saber todas as coisas, até mesmo antes delas acontecerem - chamado presciência. Desta forma, é impossível que alguém surpreenda a Deus. A queda do homem em Adão não pegou Deus de surpresa.
Mas Deus tratou todas as consequências do pecado humano antes do primeiro homem ser aparecido na face da terra: (...) do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo (Ap. 13:8). E ninguém pode criticá-lo pela forma que Ele fez (e faz) isto: acaso o oleiro há de ser reputado como barro, de modo que a obra diga do seu artífice: Ele não me fez; e o vaso formado diga de quem o formou: Ele não tem entendimento? (Is 29:16). Deus age no momento mais oportuno sempre e a Sua vontade por fim ficará evidente a todos: (...) e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai (Flp 2:11).
Como ofendê-lo? Como resistir a Ele? Todo pecado é uma ofensa direta contra Deus. Pecar é resistir à sua Vontade soberana. É usar a boa estrutura de tudo que Deus criou contra o objetivo que Deus desejou para esta estrutura. Mas Deus não fica sem ação diante destes atos de rebeldia. Ele pode agir com justiça em todas as situações. Ele deixaria de ser todo-poderoso se assim não fosse. O grande poder de Deus está no fato de Ele poder agir em qualquer ocasião; nada sai do seu controle. Como seres finitos que somos, parece-nos às vezes que o mal está ganhando. Mas o final já está escrito, com o grande Vencedor, Jesus Cristo, reinando triunfante (1Co 15.24-28; Ap 20-22).



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terça-feira, 13 de outubro de 2009

A Bíblia é um catálogo de crueldade?



"A Bíblia é um catálogo de crueldade" afirmou escritor português

Os comentários do Prêmio Nobel de Literatura José Saramago ofenderam a igreja católica de Portugal.

— A Bíblia é um catálogo de crueldade e do pior na natureza humana — disse no domingo Saramago, durante a apresentação de sua nova obra, Caim.

O frei Manuel Morujao, porta-voz da igreja católica portuguesa, respondeu que as declarações do autor de Ensaio sobre a cegueira eram "ofensivas''.

Esta não é a primeira ocasião que Saramago entra em confronto com as autoridades católicas. Em 1991, seu romance O Evangelho segundo Jesus Cristo causou impacto por apresentar Jesus vivendo com Maria Madalena. O novo livro de Saramago mostra uma visão crítica e às vezes humorística da vida do filho de Adão e Eva. (De Zero Hora).

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Comentários da notícia:

Saramago está certo. A Bíblia relata o que há de pior na humanidade. É um documento histórico que narra a sua queda e as mais diversas formas de atrocidades que o ser humano pode cometer quando está longe de Deus. Fala também de diversas tentativas que o homem fez de se aproximar de Deus por mérito próprio, e também de tentativas de substituir o Verdadeiro Senhor por outro qualquer que lhe fosse mais conveniente. Mas mais do que uma tragédia, a Bíblia também conta do plano de amor maravilhoso que foi escrito desde o começo dos tempos para que esta mesma humanidade perdida fosse salva pela inteira misericórdia e graça de Deus, o único Deus.



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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Um dia de cada vez


Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem? Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés? (Provérbios 6:27-28)

Gosto muito de um grupo musical cristão chamado Salvador, que canta uma música chamada Un Dia a la vez. Nela, encontramos um dependente. Um dependente de Cristo. Ele pede ajuda para viver neste mundo que está cada vez mais difícil, cada vez mais mal, cada vez mais egoísmo. E ele pede a graça de Deus "um dia de cada vez".

Citei esta música porque eu creio que ela tem relação com o que eu quero dizer hoje. Nossa vida passa por muitos altos-e-baixos; momentos felizes, outros tristes; perdas e decepções; vitórias e ganhos. É assim para todos, independentemente de ser crente ou não. A diferença está na esperança: os cristãos tem um Deus que ouve, se compadece, que conforta e que nos ajudará em todas as nossas dificuldades. Se alegrará nas nossas alegrias, e se entristecerá nas nossas dores. O nosso Senhor nos fará suportar todas as angústias do século vigente.

Muitas vezes o que diminui é a fé. Não aquela fé salvífica, mas a fé que diz que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Ro 8.28). Nestes momentos, podemos ser perturbados pelos dois inimigos das nossas almas: Satanás e a nossa natureza pecaminosa. Ambos podem nos levar a pecar contra o nosso Senhor. Deixamos de ler a Bíblia, de frequentar a igreja. Deixamos de orar. Até mesmo podemos nos enredar na "roda dos escarnecedores" (Salmos 1.1). Mas Deus é fiel e nos ama demais para deixar que sigamos pela destruição. Na linguagem do escritor de Hebreus, ele "corrige a quem ama" (Hebreus 12.6).

E todo o pecado gera consequências. Não importa se somos crentes ou não. "Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem?" Voltemos ao caminho santo. Não deixemos o nosso lugar desocupado. Ele, o Senhor da Terra, o Criador Todo-Poderoso, Autor da nossa salvação, nos fortalecerá e nos dará a sua graça. "Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu (Heb 10:23)". Um dia de cada vez.





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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Se ele é justo, por que temer que ele castigue as criaturas que ele encheu de fraquezas



Continuação das perguntas feitas no livro 'The necessity of atheism', de Percy Bysshe Shelley. Partes anteriores: Primeira Segunda Terceira.

Se ele é justo, por que temer que ele castigue as criaturas que ele encheu de fraquezas?

Deus criou o homem perfeito. Ele não nos fez cheio de fraquezas, como descabidamente a frase acima incita. No momento em que o primeiro homem pecou, a culpa do pecado já caiu sobre ele, mesmo antes de Deus ter 'multiplicado as dores do parto da mulher' ou ainda 'aumentado a dificuldade de conseguir o próprio pão'. O medo começou no exato momento em que Adão desobedeceu; decaiu do patamar de perfeição, e era impossível voltar a ele. Após isto, cada um de nós nasceu com esta 'capacidade' de pecar; e é o que de fato fazemos, com nossas próprias forças.

Talvez a pergunta correta que deveria ser feita neste caso seria: Se Ele é justo, porque se importou em prover uma salvação da morte eterna ao invés de nos deixar seguir nosso próprio caminho em direção à destruição? Se Ele é justo, porque entregou Seu próprio Filho à morte ao invés de deixar que nós perecêssemos? Este é o pecado sem perdão: ouvir a Verdade e a desprezar. Recusar tamanha obra de amor. Uma das profecias mais marcantes sobre Cristo está no livro de Isaías, que fala sobre Aquele pelo qual nossos pecados foram perdoados: "Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53:5), porque "todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho (Is 53:6)". Entretanto, "o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos". E ainda hoje há muitos que, quando ouvem falar de Jesus, o desprezam,e não fazem dele caso algum (Is. 53.3). Não é só o pecado que cometemos todos os dias que será punido, mas este pecado maior: "Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; Testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade?" (Heb 2:3-4) Não é à toa que o escritor de Hebreus expressou: "De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?" (Heb 10:29).

Deus sabe que somos cheios de fraquezas, incapazes de fazer o bem. Nunca alcancaremos a Deus por mérito próprio. Mas "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16). "Quem crer e for batizado será salvo" (Mar 16:16). "E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida" (Ap 22:17).



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