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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

A Matança dos cananitas 14



A Matança dos cananitas


Por William Lane Craig

Traduzido e adaptado por Leandro Teixeira.

Artigo original disponível aqui.


Questão 1:

Nos fóruns, tem havido muitas boas questões levantadas acerca do assunto da ordem de Deus para os judeus cometerem “genocídio” às pessoas da terra prometida. Como você tem colocado em alguns de seus trabalhos escritos que estes atos não se ajustam com o conceito ocidental de Deus sendo um doce papai no céu. Agora nós certamente podemos encontrar justificativas para aquelas pessoas ficarem debaixo do julgamento de Deus por causa dos seus pecados, idolatria, sacrifício de suas crianças, etc. Mas uma difícil questão é a matança de crianças e bebês. Se as crianças são jovens o suficiente juntamente com os bebês são inocentes dos pecados que a sua comunidade tinha cometido. Como nós reconciliaremos esta ordem de Deus para matar as crianças com o conceito de Sua Santidade? – Obrigado, Steven Shea.

Questão 2:

Eu tenho ouvido você justificar a violência do AT com a base de que Deus usou o exército Israelita para julgar os cananitas e a eliminação deles pelos israelitas é moralmente correta por que eles estavam obedecendo a uma ordem de Deus (devia ser errado se eles não tivessem obedecido a Deus na ordem de eliminar os cananitas). Isto se assemelha um pouco em como os Muçulmanos definem moralidade e justificam a violência de Maomé e outras questões morais questionáveis (os muçulmanos definem moralidade como o cumprimento da vontade de Deus). Você pode ver alguma diferença entre a sua justificativa da violência no AT e a justificação islâmica de Maomé e os versículos violentos do Alcorão? São a violência e as ações questionáveis de moralidade e os versículos do Alcorão bons argumentos ao falar com os muçulmanos? - Anônimo


Dr. Craig responde:

De acordo com o Pentateuco (os cinco primeiros livros do Antigo Testamento), quando Deus tirou seu povo da escravidão do Egito e os fez voltar para a terra dos seus antepassados, Ele os direcionou para matar todo o povo cananita que estavam vivendo na terra (Dt. 7:1-2; 20:16-18). A destruição seria completa: cada homem, mulher e criança seriam mortos. O livro de Josué conta a história dos israelitas levando a cabo a ordem de Deus cidade após cidade do começo ao fim de Canaã.

Esta história ofende nossa sensibilidade moral. Ironicamente, contudo, nossa sensibilidade moral no Ocidente foi basicamente, e para muitas pessoas inconscientemente, formada por nossa herança judaico-cristã, a qual nos ensinou os valores intrínsecos dos seres humanos, a importância da conduta justa mais que caprichosamente, e a necessidade da adequada punição para o crime. A Bíblia mesma inculca os valores os quais estas histórias parecem violar.

A ordem para matar as pessoas cananitas está discordante precisamente porque ela parece tão em desacordo com o retrato de Javé, o Deus de Israel, como Ele é pintado nas Escrituras Hebraicas. Contrariamente à retórica vituperante de alguns como Richard Dawkins, o Deus das Escrituras hebraicas é um Deus de justiça, que sofre e de compaixão.

Você não pode ler os profetas do Antigo Testamento sem um senso de profundo cuidado de Deus pelos pobres, oprimidos, humilhados, órfãos e outros. Deus demanda justas leis e justas regras. Ele literalmente suplica às pessoas que se arrependam de seus caminhos errados que Ele poderia não julgá-los. “Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva” (Ez. 33:11).

Ele enviou um profeta até mesmo para a cidade pagã de Nínive por causa da Sua compaixão pelos habitantes, “homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda” (Jn 4:11). O próprio Pentateuco contém os 10 mandamentos, um dos maiores códigos morais da antiguidade, os quais moldaram a sociedade ocidental. Até mesmo o severo “olho por olho, dente por dente” não foi uma descrição de vingança, mas uma verificação na punição excessiva para cada crime, servindo para moderar a violência.

O julgamento de Deus é qualquer coisa, menos caprichoso. Quando o Senhor anunciou de julgar Sodoma e Gomorra pelos seus pecados, Abraão corajosamente perguntou,

E chegou-se Abraão, dizendo: Destruirás também o justo com o ímpio? Se porventura houver cinqüenta justos na cidade, destruirás também, e não pouparás o lugar por causa dos cinqüenta justos que estão dentro dela? Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti. Não faria justiça o Juiz de toda a terra? (Gn 18:25).

Tal como o negociante do Oriente Médio pechincha em uma barganha, Abraão continuadamente diminuiu o preço, e a cada vez Deus se comprometeu, sem nenhuma hesitação, garantindo a Abraão que se houvesse até mesmo 10 pessoas corretas na cidade, Ele não a destruiria por causa deles.

Então o que é que Javé está fazendo comandando o exército judeu para exterminar o povo cananita? É precisamente porque nós esperamos que Javé agisse justamente e com compaixão que nós achamos estas histórias tão difíceis de compreender. Como pode Ele comandar soldados para matar crianças?

Agora, antes de tentar dizer algo em forma de responda para esta difícil questão, nós devemos por bem primeiramente parar e perguntar a nós mesmos o que está em jogo aqui. Suponha que nós concordemos que se Deus (que é perfeitamente bom) existe, Ele não poderia ter emitido semelhante ordem. O que se segue? Que Jesus não ressuscitou dos mortos? Que Deus não existe? Dificilmente! Então qual é o suposto problema?

Eu tenho freqüentemente ouvido populares levantarem esta ordem como uma refutação do argumento moral para a existência de Deus. Mas eles estão obviamente enganados. A afirmação de que Deus não pode ter emitido tal ordem não falsifica ou diminui qualquer das duas premissas no argumento moral que eu defendo:

  1. Se Deus não existe, valores morais objetivos não existem;

  2. Valores morais objetivos existem;

  3. Então, Deus existe.

De fato, à medida que os ateus pensam que Deus fez algo moralmente errado na ordenação do extermínio dos cananitas, eles afirmam a premissa (2). Então, qual é o suposto problema?

O problema, parece-me, é que se Deus não emitiu tal ordem, então a história bíblica deve ser falsa. Qualquer um dos incidentes nunca realmente aconteceu, mas é apenas folclore israelita; ou senão, se elas aconteceram então Israel, cheio de um completo fervor nacionalista, pensando que Deus estivesse do lado dele, afirmou que Deus os comandou para cometer estas atrocidades, quando de fato Ele não os comandou. Em outras palavras, este problema realmente é uma objeção à inerrância bíblica.

De fato, ironicamente, muitos críticos do Antigo Testamento são céticos que os eventos da conquista de Canaã ocorreram. Eles tomam estas histórias como parte da lenda da fundação de Israel, de forma semelhante ao mito de Rômulo e Remo e a fundação de Roma. Para tais críticos o problema das ordenações de Deus desaparece.

Agora vamos colocar esta ordem em uma perspectiva totalmente diferente! A questão da inerrância bíblica é importante, mas não é como a existência de Deus ou a deidade de Cristo! Se os cristãos não podem encontrar uma boa resposta para a questão antes de nós e estão, além disso, convencidos que tal comando é inconsistente com a natureza de Deus, então nós teremos que desistir da inerrância bíblica. Mas nós não devemos deixar um descrente levantar esta questão enganando-se pensando que ele implica mais do que ele realmente faz.

Eu penso que um bom começo para este problema é enunciar nossa teoria ética que fundamenta nossos julgamentos morais. De acordo com a versão do mandamento divino ético que eu defendo, nossas obrigações morais são constituídas pelos mandamentos de um santo e amoroso Deus. Uma vez que Deus não emite ordens a si mesmo, Ele não tem obrigações morais para cumprir. Ele certamente não esta sujeito às mesmas obrigações e proibições a que nós estamos. Por exemplo, eu não tenho nenhum direito de tirar a vida de um inocente. Para mim, fazer isto me tornaria um assassino. Mas Deus não tem tal proibição. Ele pode dar e tirar a vida como Ele decidir. Nós todos reconhecemos isto quando censuramos alguma autoridade que presume tirar vidas como “brincar de Deus”. Autoridades humanas arrogam a si mesmas direitos os quais cabem somente a Deus. Deus não está sob qualquer obrigação para estender minha vida por mais um segundo. Se Ele quiser me desferir a morte agora, esta é Sua prerrogativa.

O que isto implica é que Deus tem o direito de tomar as vidas dos cananitas quando Ele achar melhor. Quanto tempo eles vivem e quando eles morrem é decisão Dele.

Então o problema não é que Deus terminou com a vida dos cananitas. O problema é que Deus mandou os exércitos israelenses acabarem com elas. Não é como mandar alguém cometer assassinato? Não, não é. Antes, uma vez que nossas obrigações morais são determinadas pelos mandamentos de Deus, Ele está mandando fazer algo que, na ausência da ordem divina, poderia ser assassinato. O ato era moralmente obrigatório para os soldados israelitas em virtude do mandamento divino, ainda que, tivessem eles o tratado em sua própria iniciativa, eles estivessem errados.

Na teoria do mandamento divino, então, Deus tem o direito de ordenar uma ação, a qual, ausente de um mandamento divino, seria pecado, mas a qual é moralmente obrigatória em virtude deste mandamento.

Muito bem; mas tal ordem não é contrária à natureza de Deus? Vamos olhar este caso mais de perto. É talvez significativo que a história da destruição de Sodoma por Javé – juntamente com Suas sérias garantias a Abraão que se houvessem tantas quanto até mesmo 10 pessoas retas em Sodoma, a cidade não seria destruída – dá forma a parte do fundo para a conquista de Canaã e ao mandamento de Javé de destruir as cidades lá. A implicação é que os cananitas não são pessoas retas, mas estão sob o julgamento de Deus.

De fato, antes da escravidão no Egito, Deus falou a Abraão,

Sabes, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos... e a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia.” (Gn. 15:13,16)

Pense nisto! Deus suspende seu julgamento aos cananitas por 400 anos porque sua perversidade ainda não tinha atingido o ponto de intolerabilidade! Este é o Deus que suporta a dor que nós conhecemos das Escrituras hebraicas. Ele até mesmo permite que Seu povo escolhido definhe na escravidão por 4 séculos antes de determinar que o povo cananita esteja pronto para o julgamento e tirar o Seu povo do Egito.

No tempo de sua destruição, a cultura cananita era, de fato, devassa e cruel, abraçando práticas tais como prostituição cultual e até mesmo sacrifício de crianças. Os cananitas estão para ser destruídos “Para que não vos ensinem a fazer conforme a todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, e pequeis contra o SENHOR vosso Deus.” (Dt 20:18). Deus tinha razões moralmente suficientes para Seu julgamento sobre Canaã, e Israel era meramente o instrumento da Sua justiça, da mesma fora que centenas de anos depois Deus usaria as nações pagãs da Assíria e Babilônia para julgar Israel.

Mas tirar a vida de crianças inocentes? A terrível totalidade da destruição foi incontestavelmente à proibição da assimilação de nações pagãs. No ordenamento da destruição completa dos cananitas, o Senhor falou: “Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos; Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria.” (Dt 7:3-4). Este mandamento é parte e parcela de toda a estrutura da complexa e característica lei judia de práticas puras e impuras. Para a contemporânea mente ocidental muitas das regras da lei do Antigo Testamento parecem absolutamente bizarras e sem sentido: não misturar linho com lã, não usar os mesmos recipientes para carnes e laticínios, etc. O impulso que sobrepujava estas regras é a proibição de vários tipos de mistura. Linhas claras de distinção são esboçadas: isto e não aquilo. Isto serviu como um tangível e diário lembrete que Israel é um conjunto especial de pessoas separado para Deus.

Eu falei uma vez com um missionário indiano que me contou que a mente oriental tem uma tendência inveterada com respeito à amalgamação (fusão). Ele falou que os Hindus ouvem o evangelho sorrindo e dizem “Sub ehki eh, sahib, sub ehki eh!” (Tudo é Um, sahib, Tudo é Um!). Faz quase o impossível para alcançá-los por causa até mesmo das contradições lógicas incluídas no todo. Ele disse que ele pensa que a razão de que Deus deu a Israel tantas ordens arbitrárias sobre pureza e impureza era para ensiná-los a Lei da Contradição!

Por definição em tal grau forte, severa dicotomia Deus ensinou Israel que qualquer assimilação com a idolatria pagã era intolerável. Era Sua forma de preservar a saúde e posteridade espiritual de Israel. A matança das crianças cananitas não apenas serviu para prevenir uma assimilação da identidade cananita, mas também serviu como uma ilustração tangível e detalhada da separação de Israel como um povo exclusivo de Deus.

Além do mais, se nós acreditarmos, como eu acredito, que a graça de Deus é estendida para aqueles que morreram na infância ou como pequenas crianças, a morte destas crianças era verdadeiramente sua salvação. Nós somos tão apegados à perspectiva naturalista terrena, que nós esquecemos que aqueles que morrem estão felizes por deixar esta terra pela alegria incomparável do paraíso. Então, Deus não faz nada errado ao tomar suas vidas.

Então o que Deus faz de errado ao comandar a destruição dos cananitas? Não os cananitas adultos, porque eles eram corruptos e mereciam o julgamento. Não as crianças, porque eles herdaram a vida eterna. Então quem é o transgressor? Ironicamente, eu penso que a maior dificuldade de todo este debate é o aparente erro que os soldados israelenses fizeram a si mesmos. Você pode imaginar que seria como ter que invadir uma casa e matar uma mulher aterrorizada e seus filhos? O efeito brutal nestes soldados israelenses são perturbadores.

Mas então, novamente, nós estamos pensando de um ponto de vista ocidental cristianizado. Para as pessoas do mundo antigo, a vida já era brutal. Violência e guerra eram fatos da vida na vivência das pessoas no oriente antigo. Evidências deste fato é que as pessoas que contam estas histórias aparentemente não pensam nada do que os soldados israelenses estavam ordenados a fazer (especialmente se estas são lendas da fundação de uma nação). Ninguém estava com peso na consciência pelos soldados terem matado os cananitas; aqueles que o fizeram se tornaram heróis nacionais.

Além do mais, meu ponto acima retorna. Nada podia ilustrar para os israelitas a seriedade de sua chamada como povo escolhido de Deus somente. Javé não estava brincando com eles. Ele estava falando sério, e se Israel apostatasse, a mesma coisa aconteceria com eles. Como C. S. Lewis colocou, “Aslan não é um leão manso”.

Agora, como relacionar tudo isto a Jihad Islâmica? O islamismo vê a violência como um meio para propagar a fé muçulmana. O Islamismo divide o mundo em duas partes: a dar al-Islam (Casa da Submissão) e a dar al-harb (Casa da Guerra). A primeira são aquelas terras as quais têm sido adquiridas em submissão ao Islamismo; a última são aquelas nações que ainda não se submeteram. Assim é como o Islamismo verdadeiramente vê o mundo!

Em contraste, a conquista de Canaã representa o justo julgamento de Deus sobre aquelas pessoas. O propósito não era fazê-los se converterem ao judaísmo! A guerra não foi usado como um instrumento de propagação da fé judaica. Além do mais, o extermínio dos cananitas representou uma circunstância histórica incomum, não uma habitual forma de comportamento.

O problema com o Islamismo, então, não é que ele tem a teoria moral errada; é que ele tem o Deus errado. Se os muçulmanos pensam que nossas obrigações morais são constituídas de mandamentos de Deus, então eu concordo com eles. Mas os muçulmanos e os cristãos diferem radicalmente sobre a natureza de Deus. Os cristãos crêem que Deus é um Deus amoroso, enquanto os muçulmanos acreditam que Deus ama somente os muçulmanos. Alá não tem amor pelos incrédulos e pecadores. Então, eles podem ser mortos indiscriminadamente. Além do mais, no Islamismo, a onipotência de Deus supera tudo, inclusive sua própria natureza. Ele é então absolutamente arbitrário na sua conduta com a humanidade. Em contraste, os cristãos sustentam que a natureza santa e amorosa de Deus determina seus mandamentos.

A questão não é, então, de qual a teoria moral está correta, mas qual é o verdadeiro Deus?

comment 14 comentário(s):

--------GIZ BRANCO------- on 12 de dezembro de 2007 02:02 disse...

O que eu sei sobre esse assunto é que Deus não gostava dos Gigantes, que eram enormes tinham seis dedos nos pés e mãos e eram uma aberração tanto genética como nos costumes. Penso que eram canibais, bebiam sangue de suas vítimas, etc e tal.

Tanto que o profeta Samuel ordenou a mesma matança dessa gente ao rei Saul e se indignou por ele não ter feito o serviço completo quando poupou a vida do rei deles.

Tanto que Davi foi ungido rei no lugar de Saul e matou o gigante Golias.

Tanto que Davi matou pessoalmente vários desses gigantes, depois que matou golias.

Parece-me que esses gigantes eram os tais descendentes do "incesto" pré diluviano, quando os filhos de deus "conheceram" as filhas dos homens.

E parece-me que a intenção do dilúvio era justamente exterminar esses gigantes. Mas como alguns sobeviveram Deus incumbiu a moisés, josué (jesus), caleb, samuel, saul e davi a tarefa exterminar o que ainda restava deles.

Se Deus queria o extermínio era porque eram uns monstros e malignos.

Alguém discorda?

Então leia a bíblia com atenção!

--------GIZ BRANCO------- on 12 de dezembro de 2007 02:41 disse...

Mais uma coisa... não sei naum mas me parece que ainda tem desses gigantes por aí. Existem teorias que associam essas espécimes gigantescas com os descedentes de Caim, então os cananitas na verdade seriam Caimitas.

Voltando ao genesis, Caim o primeiro filho de Eva, seria na verdade filho da serpente e não de Adão.

Sabe-se que tubal-caim era ferreiro e forjador e era descendente de caim. Este foi provavelmente quem inventou a espada e as armas de guerra. E era tão filho da ira como seu pai.

Muitos esotéricos (incluso nessa lista os maçons)se consideram como filhos de caim e adoradores de lucifer e não é por coincidência que o responsável pelas fundições do templo de salomão foi o primeiro maçon.

Para inocentar eva, dizem que caim não era filho de eva com lúcifer. Mas sim de lilith com lúcifer.

Mas a verdade é que eva se deixou levar na conversa e foi seduzida pela serpente (lúcifer) que tinha braços e pernas como um lagarto.

Como castigo a serpente (dragão) perdeu seus membros e passou a arrastar-se no pó, virou cobra.

Caim nasceu com braços e pernas, mas não podia ser considerado igual a abel.

Mais tarde quando os descendentes de adão (filhos de deus) cobiçaram as mulheres descendentes de caim (filhas dos homens) existiram os nephelins que eram anormais.

Deus providenciou o dilúvio para exterminar toda aquela geração, separando apenas a família de noé.

Havendo a sobrevida da genética gigante em Cão(filho de noé) embora em forma atenuada. E talvez de mais algum sobrevivente do dilúvio. A raça voltou a existir e fazer-se numerosa.

O que Deus fez? Outro Dilúvio? Não ordenou a seus profetas, juíses e reis o extermínio!

VISITEM O SITE:

htpp://estudeinosaojose.blogspot.com

Obrigado,

Que Deus Seja por Nós!

--------GIZ BRANCO------- on 12 de dezembro de 2007 02:56 disse...

Alguém poderá perguntar, como eu sei de tudo isso? A resposta é bem simples: está tudo escrito na própria bíblia. Não precisa de outra fonte não, está tudo lá, e sei ler desde os 5 anos.

Aliás tem a resposta para todas as perguntas. Sobre ETs, Dinossauros, Fim do mundo... enfim tudo.

Basta ler, não existe livro mais empolgante.

Que Deus nos conserve e nos dê a pedrinha branca!

--------GIZ BRANCO------- on 12 de dezembro de 2007 03:25 disse...

O castigo de Lúcifer/serpente/dragão foi perder seus membros. Já o de eva foi padecer de dores no parto.

Claro, se uma mulher se junta a um macho de outra espécie maior que a dela, terá um filho grande difícil de parir.

Quando eva descobriu o prazer do sexo animal através de lúcifer.Logo chamou adão e quiz fazer com ele também.

Não que Deus não tivesse planos para Adão transar com Eva. Só que havia determinado que não era ainda o momento. E também não era para ter sexo com outra espécie.

Também caberia a Adão tomar a iniciativa, mas o que aconteceu foi tudo ao contrário. Adão seguiu a mulher e desobedeceu a Deus fazendo antes o que era para fazer depois.

Por isso morreu Abel seu "legítimo" descendente.

Se Adão houvesse recusado a transar com eva, e esperado a permissão. Só ela teria pecado. Assim quando Abel nascesse, seria forte, e Caim não teria conseguido matá-lo.

Abel nasceu fraco e virou presa de seu irmão.

O mesmo aconteceu com o filho de Davi com Betsabeba, morreu, pois era fruto de uma união não autorizada.

Tivesse pedido Davi uma solução a Deus ele lhe teria dado, embora eu não saiba qual seria.

Que tal obter antes a autorização de Deus para que ele nos abençõe em nossas ações?

"Sem mim NADA podeis fazer!"

Leandro Teixeira disse...

"Giz branco":
Gostaria de saber: de que fonte tiraste estas colocações? Ou são suposições suas? Quais são as passagens bíblicas que apóiam o que você escreveu? Fico no aguardo.

--------GIZ BRANCO------- on 20 de dezembro de 2007 19:47 disse...

Leandro,

Escrevi sobre muitas coisas relacionadas ao assunto levantado. E compreendo seu questionamento. Mas fica inviável responder sem uma pergunta mais específica. Que tal começar focando um tópico específico.

Em relação a palavra "suposições" também gostaria que fosse específico, qual parte voce acha que não está bem fundamentada biblicamente e seria portanto uma suposição.

Agradeceria que parcelasse suas dúvidas, para que eu pudesse responder a cada uma.

Que Deus abençõe seu compromisso com a verdade e a palavra de Deus, que de fato não pode ser objeto de mentes imaginosas e descompromissadas. Mas garanto que não é esse o caso.

Luiz

Quadro Negro on 25 de dezembro de 2007 02:05 disse...

Leandro,

Como voce não colocou para mim sua prioridade de respostas. E sei que seus leitores podem entender que estou me esquivando em responder. Copiei e estou colando aqui, um texto (com autoria)que responde em parte suas indagações. As demais questões terei prazer em responder desde que me seja perguntado c/especificidade.

"Adão não teve pai terreno, pois Deus o gerou por Sua Palavra, o fez à Sua imagem e semelhança (um espírito) e logo o fez participante de carne e sangue, pois formou um corpo do pó da terra.

Os filhos de Deus vêm por esta linha. Espiritualmente são gerados pela Palavra e humanamente vem de Adão seu pai terreno.

OS FILHOS DE DEUS NÃO PODEM VIR POR OUTRA VIA.

Então os filhos de Adão morrem por causa do pecado e são vivificados em Cristo, o último Adão, por causa de Sua Justiça (I Cor. 15:22).
Esta é a sorte de TODOS os que vem de Adão.

Agora aqui cabe uma pergunta:
Se os filhos de Deus descendem de Adão segundo a carne e espiritualmente são gerados pela Palavra de Deus, então de onde vem os filhos do diabo?

Deve haver uma resposta para esta pergunta.
Nós não podemos ser filhos de Deus e ao mesmo tempo filhos do diabo. Um filho do diabo nunca pode chegar a ser filho de Deus, como também um filho de Deus não pode chegar a ser um filho do diabo. Eles tem naturezas diferentes.
Um porco não pode chegar a ser ovelha e nem ovelha pode converter-se em porco (I João 3:10).

Disse Jesus: “Vós tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos do vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele” (Jo 8:44).

Aqui o Senhor Jesus está declarando a estes judeus que desejavam mata-LO, sua verdadeira procedência e também sua descendência natural. Espiritualmente eram filhos do diabo e naturalmente eram filhos do homicida desde o princípio, que é Caim (I Jo 3:12).

A Bíblia diz que uma árvore boa não pode dar fruto mal. Como é que Adão sendo uma criação direta de Deus tanto espiritual quanto naturalmente, poderia gerar um homicida?
A natureza de Adão poderia gerar um justo Abel, porem não podia gerar um filho do diabo.

Então como surgiu esse Caim filho do maligno?

Vamos ao Genesis.

(peço que leia Genesis 3:1-15)

Primeiro temos de considerar que a serpente era o animal mais ASTUTO de todos os animais que Deus tinha criado.
Analisando o texto concluimos que ele falava, arrazoava, tinha memória, raciocinava, argumentava, seduzia, dialogava e isso era normal para Eva ali no Eden.

Quando a serpente veio conversar com a Eva, ela não saiu correndo assustada, apavorada, indo buscar a proteção de Adão (antes tivesse ido).
A serpente conhecia o idioma de Adão e Eva. Ela tinha essa capacidade. Era muito semelhante ao homem e o seu convivio com o homem ali no Eden vinha desde a criação.
Muito embora não haja registro bíblico, podemos considerar que a “amizade” entre a serpente, Adão e Eva era algo banal, comum, trivial, da mesma forma que também era com todos os demais animais, aves, répteis, etc. Aliás, foi Adão quem lhes colocou nomes.

A primeira coisa que este animal fez com Eva, foi que utilizando da sua astúcia, levou a Eva a arrazoar sobre o que ele sabia que Deus tinha dito.
“É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?”.
Veja, falando como homem. “Você acha que realmente não deve comer?”

A Eva não percebeu que aquele ser estava ungido pelo diabo. Satanás estava usando toda a capacidade dele para consumar a sua maldade.
A serpente estava desempenhando toda a sua capacidade de sedução, através do conhecimento intelectual da Palavra e suas interpretações.

Então aquele animal foi “pregando” para aquela igreja Eva. Foi citando a Palavra exatamente como Deus tinha dito, foi demonstrando conhecimento, até que, depois dela estar entorpecida com seus sermões teológicos intelectuais, não percebeu quando ele introduziu a interpretação mortal do diabo.

Disse: “certamente NÃO morrereis, porque (aqui vai a interpretação da Palavra por satanás) Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal”.

Note, primeiro satanás nega sutilmente a Palavra – acrescentou apenas um “não” – e depois interpretou a Palavra alterada.
Assim ele faz hoje. Nega a Palavra e dá a sua interpretação.
A Palavra diz: “A mulher esteja calada na igreja. Não permito que ela ensine”
Satanás diz: “Não é bem assim. Deus não faz acepção de pessoas. Para ele não há distinção. Ele ama a todos por igual. Não importa se é homem ou mulher o que importa é que o Evangelho esteja sendo pregado para salvar almas”.
E a Eva (a igreja) come.

Veja isso em Gen. 3:6 – “E vendo a mulher que aquela árvore era BOA para se comer, e AGRADÁVEL aos olhos, árvore DESEJÁVEL para dar entendimento tomou do seu fruto e comeu....”

Note que a Eva já está conquistada, já está envolvida, atraida, seduzida, pronta para “comer” o seu fruto.
A Eva vinha ouvindo os ensinamentos teológicos da serpente por muito tempo. Aquilo não aconteceu de um único contato. Houve um processo.
Hoje em dia não é mais assim, mas antigamente ( e não faz tanto tempo) um homem levava um tempo para conquistar uma mulher e então possui-la.
No verso 13 a Eva diz: “a serpente me enganou e eu comi”.

Esse “comer” é uma figura de linguagem que na Bíblia tem um significado.
Vejamos:
“Tal é o caminho da mulher adúltera, COME e limpa a sua boca e diz: não cometi maldade” (Prov. 30:20).

É claro que isto aqui não está se falando de comer maçãs ou algum alimento natural. Isto é um simbolismo de um ato sexual.

O pecado original não foi comer maças ou qualquer outro fruto natural, porem o pecado de adultério e fornicação.
Esta tem sido a arma mais poderosa do diabo em todos os tempos. E nesta era está mais generalizado do em qualquer outra.
A grande corrupção hoje consiste na perversão do sexo, porque ali começou o pecado original.

A serpente, astuta mais do que todos os animais do campo, inspirada por satanás, seduziu a mulher conforme ensinou Paulo:
“E Adão não foi enganado, mas a mulher sendo enganada, caiu em transgressão” (I Tim.2:14).


Continuando.
Então disse o Senhor à serpente: “maldita serás........sobre o teu ventre andarás.........e porei inimizadade entre ti e a mulher e entre A TUA SEMENTE e a sua semente........”

Notamos então que a serpente não era essa cobra que temos hoje, ela era um animal erecto, porque se assim não fosse, não faria sentido as palavras do Senhor “sobre o teu ventre andarás”.

Outra coisa que notamos é que a serpente tinha uma semente. Ora a semente sempre está no fruto.

Agora no capítulo 4 de Genesis.

“E conheceu Adão a Eva, sua mulher e teve a Caim..........e teve mais a seu irmão Abel......” (verso 1 e 2).

Alguem vai dizer: “é mas a Eva disse – alcancei do Senhor um varão”. Sim, mas não devemos nos esquecer que ela foi seduzida, enganada. Ela pensava exatamente isso.

Outra coisa que notamos é que de um “conhecimento” por parte de Adão, a Eva teve dois filhos. Isso nos permite admitir que Caim e Abel eram gemeos de pais diferentes.
Isto é perfeitamente possível e a ciência comprova. Recentemente o Jornal Nacional mostrou uma mulher que teve dois filhos gemeos de pais diferentes.

Veja a diferença das naturezas de Caim e Abel e note principalmente a questão da REVELAÇÃO que é o fundamento da Igreja de Deus.

De alguma maneira (revelação) Abel sabia que a remissão de pecados estava no derramamento de sangue enquanto que Caim, sem revelação, buscou adorar com oferta de frutas, legumes, flores, pompa, ostentação, etc.

Num altar havia tristeza, sofrimento, morte sangue, mas tinha revelação.
No outro havia beleza, ostentação, formosura, alegria, e somente interpretação.
De alguma maneira Abel sabia que a vida está no sangue. Abel captou porque Deus sacrificou animais para cobrir a nudez de seus pais.

Caim não captou nada. Por certo Caim pensou: “prá que sangue? Vai sujar meu altar. Vou oferecer frutas, legumes e flores, pois elas tem seiva e o significado é o mesmo”.

Então a inimizade entre a semente da serpente e a semente da mulher se estabeleceu e Caim matou Abel, cumprindo-se a Palavra.

Agora note, somente no verso 25 de Genesis 4 é que Adão, pela segunda vez, torna a “conhecer” a Eva e ela teve seu terceiro filho Sete.

Para concluir esta síntese sobre a semente da serpente vamos ver isso no NT na 2a carta de Paulo aos corintios.

“Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma VIRGEM PURA a um marido, a saber, Cristo.
Mas temo que, como a serpente enganou a Eva com sua astúcia, assim também seja de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos” (II Cor. 11:2-3).

Em I Cor. 15:46 Paulo disse: “Mas não é primeiro o espiritual, senão o animal; depois o espiritual”.
Ele disse que o prmeiro Adão foi alma vivente e o segundo (Cristo) espírito vivificante.
Dessa forma temos a primeira Eva feita alma vivente e a segunda Eva (a Igreja) espirito vivificante.

Então Paulo dizia: “Oxalá me suportásseis um pouco na minha loucura, porque estou zeloso para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, Cristo. Mas temo que assim como a serpente enganou a Eva....”

Ora, porque será que Paulo está associando a virgindade espiritual da Igreja com a virgindade natural da Eva?
Paulo está dizendo que a Igreja tem de se apresentar VIRGEM a Cristo, mas temia que acontecesse a mesma coisa que aconteceu com a Eva natural.

Paulo disse que temia que os sentidos da Igreja fossem corrompidos. A palavra corromper significa: desnaturar, estragar, alterar, etc.
Os sentidos que Paulo se refere não tem nada a ver com o nosso corpo, são os sentidos do espírito pois ele se refere ao entendimento da simplicidade que há em Cristo.

Então ele temia que assim como a primeira Eva se apresentou naturalmente já desnaturada ao primeiro Adão, a segunda Eva se apresentasse espiritualmente desnaturada ao segundo Adão, Cristo.

Prá mim essa Escritura de Paulo aos corintios fecha perfeitamente o quadro do que aconteceu ali no Eden (...)
Aqui está a origem do trigo e do joio
_________________
Edison
www.apalavraoriginal.org.br"

Espero que o texto deixe claro que o que falei tem fundamentação bíblica. Mas estou esperando por mais perguntas.

Abraço,

Luiz

Quadro Negro on 25 de dezembro de 2007 02:16 disse...

Perdoem a palavra "Oxalá" no texto que colei, melhor tradução seria ao invés de "Oxalá" usar a expressão "Queira Deus" , "Deus Queira" ou até mesmo "Tomara".
Mas o texto não é meu!

Abraço,

Luiz

Leandro Teixeira disse...

"Quadro negro":
As informações postadas pelo senhor estão além da Bíblia. Vendo com mais atenção o site de onde retiraste o texto, vi que o site se refere ao Tabernáculo da Fé, o qual é uma seita unicista. Gostaria que acessasse este site ( http://solascriptura-tt.org/Seitas/TabernaculoDaFe-cacp.htm ) para saber mais sobre ela.

Abraço,

Leandro.

Quadro Negro on 27 de dezembro de 2007 21:11 disse...

Leandro,

Na verdade não tirei minhas idéias desse texto, não conheço essa igreja e nem esse profeta. Existem muitos textos parecidos com estes e poderia usar qualquer um deles, vinculados sempre à uma pessoa ou religião. Ou poderia ter até escrito eu mesmo outro texto invocando mais ou menos os mesmos versículos ou ter usado outros versículos bíblicos totalmente diferentes. Sabe porque? Porque essa questão é confirmada não só nesses versículos citados mas em inúmeros outros espalhados pela bíblia toda. Só não o fiz, porque ocuparia muito espaço!

Veja bem, não se trata de texto sem contexto (pretexto), está baseada na bíblia inteira: em centenas de versículos!

Mas respeito sua opinião e admiro seu zelo.

Porém vale observar que se existe uma decisão de sua parte de ficar com a informação cristã tradicional. E evitar uma investigação e estudo sobre qualquer questão que "pareça" transcender as verdades bíblicas, não seria isso conformismo? E se lhe foi ensinado errado? Não é nossa tarefa esmiuçar a palavra? Manejar com perfeição a espada? Eu fico com a ousadia! Com todos os riscos! Existem riscos também no conformismo.

Que Deus abençõe à nós dois em nossos propósitos, pois sabemos que breve tudo será revelado e nada ficará sem resposta.

Abraço,

Luiz

Allan Ribeiro on 20 de fevereiro de 2008 10:07 disse...

Tá, mas como o sexo tem a ver com o "conhecimento do bem e do mal" que teria quem comesse do fruto da árvore no centro do jardim?

Sua teoria parece interessante, mas precisa explicar todos os detalhes.

Quadro Negro on 27 de maio de 2008 01:43 disse...

Adão nasceu sem maldade; mas isso não significa que o mal não existisse no mundo. De fato, o antagonista na história - a serpente - era a própria encarnação do Mal. A Serpente era a própria Árvore do Conhecimento do bem e do mal que Deus mandou evitar. Veja Genesis 2:19:

"Havendo Deus formado da terra todos os animais"
(árvore=fruto da terra)

Prova que o pecado foi sexual:

1-Estavam nus
2-Se envergonharam de estar nus
3-Adão disse: A mulher que me destes por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi
4-Castigo com gravidez doloroza
5-Imediato nascimento de filhos Caim e Abel
6-Inimizades de sementes (sêmen)

Eva (maldito é o fruto do vosso ventre) = Caim

Maria (bendito é o fruto do vosso ventre) = Jesus

Quadro Negro on 27 de maio de 2008 02:26 disse...

A questão sexual permeia a Bíblia inteira. O que nos impede de enxergar é a poesia e puritanismo como os fatos são descritos. Não se trata de linguagem cifrada ou selada, apenas uma forma não pornográfica de descrever os fatos. Nas traduções mal feitas fica menos evidente ainda a narrativa dos fatos.

O intercurso sexual entre anjos, demônios e jinns (gênios) e os homens - que foram criados para viverem em separado e sem comunicação é o que a bíblia chama de se prostituir com os "outros deuses".

Todo contato com o outro mundo é condenado!

Feitiçaria, Idolatria, Adivinhação, Mediunidade, falar com "mortos", Quiromancia, Estudos Esotéricos, artes marciais, etc.

Frequentemente os espíritos malignos ou não, tentam este contato com o homens. Ultimamente se fazem passar por ETs.

Já se proclamaram espíritos de luz, espíritos de mortos, duendes, fadas, gênios, orixás, entidades, guias espirituais, anjos da guarda, santos... agora são aliens. Na verdade são demõnios!

Esses Jinns se alimentam pelo olfato de cheiros, charutos, cigarros, aguardente,velas, perfumes,insenso, sangue vaporizado, manjares, mel - os quais frequentemente solicitam como ofertas. Toda substância volátil, com cheiro e sangue. Também de pensamentos e emoções sombrias.

Podem acompanhar uma pessoa (encosto) ou mesmo possuí-la sexualmente em sonhos.

A batalha espiritual do cristão é mante-los afastados de si e dos outros e servir ao Deus Altíssimo.

No velho testamento os homens que Buscavam Deus, muitas vezes estavam servindo a demõnios sem o saberem.

Nos primeiros tempos sacrificavam-se seres humanos, em sua maior parte crianças.

Depois sacrificavam animais.

Depois manjares.

Nos últimos profetas o povo já sabia que os sacrificios que Deus queria era a misericórdia entre homens e resistencia aos demonios.

Com o sacríficio de Cristo e suas pregações, todo mundo agora já sabe o q tem q fazer e o q evitar.

Que Deus Altíssimo abençoe a todos!

Quadro Negro on 31 de maio de 2008 01:30 disse...

Tá, mas como o sexo tem a ver com o "conhecimento do bem e do mal" que teria quem comesse do fruto da árvore no centro do jardim?

Resposta:
Vejamos o que a palavra "SEXO" tem a ver com a palavra "CONHECIMENTO".

Tudo! Na Bíblia toda vez que uma mulher perde a virgindade - fez SEXO - ela CONHECEU um homem.

A palavra CONHECER é sinônima de SEXO.

Por sua vez, muitas e muitas vezes a palavra ÁRVORE é usada na Bíblia pra simbolizar um indivíduo. Assim quando Jesus diz que a árvore boa produz bons frutos, se refere a indivíduos metaforicamente.

Qual frase segue a maldição " no suor do teu rosto comerás o teu pão.."

Essa aqui: "...Eva a sua mulher, por ser mãe de todos os seres humanos..."

Essa frase fala de maternidade, como alimento não tem nada a ver com maternidade, não teria muito sentido suceder a maldição.

No capitulo seguinte (sem nenhuma outra história no meio) Adão coabita com eva e lhe nascem dois filhos.

Quer mais???

Qual a frase imediatamente anterior ao capítulo 03 (A Queda do Homem).

Veja:

" ... e se une a sua mulher, tornando os dois uma só carne. Ora um e outro estavam nus e não se envergonhavam."

Ou seja, antes eram como duas crianças ingênuas sem noção do que era sexo, sem lascívia, sem desejos, sem calores. Podiam ver um ao outro nus sem nenhuma maldade.

Veja que muitos pais dizem ainda hoje aos seus filhos para não ficarem se tocando em suas partes íntimas, para não despertar a sensualidade prematuramente.

Nosso pai celeste disse também, não mexe na sua moitinha não, no seu jardinzinho, você ainda é criança.

Bom, a única prova que faltou foi uma fita de DVD com as cenas.

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