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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Manuscritos do Mar Morto estão agora na Internet 0

Amostra do livro de Isaías encontrado nos manuscritos


Uma força de trabalho conjunta entre Google e o Museu de Israel permitiu, finalmente, a disponibilização dos documentos conhecidos como Manuscritos do Mar Morto. Os pesquisadores acreditam que eles foram escritos há dois mil anos, aproximadamente entre o ano 200 antes de Cristo até a destruição do Segundo Templo, no ano 70 d.C.

Os Manuscritos do Mar Morto são uma coleção de centenas de textos e fragmentos de texto casualmente descobertos por um grupo de pastores de cabras, que em busca de um de seus animais, localizou em cavernas de Qumran, no Mar Morto, em 1947, jarros cerâmicos contendo os rolos. Qumram, “ruína da mancha cinzenta”, é um sítio arqueológico localizado a uma milha da margem noroeste do Mar Morto, a 12 km de Jericó e a cerca de 22 quilômetros a leste de Jerusalém, em Israel.

Os Manuscritos do Mar Morto estão disponíveis em http://dss.collections.imj.org.il.

Supõe-se que estes manuscritos foram compilados por uma seita de judeus apocalípticos conhecida como Essênios, que viveram em na localidade de Qumran do século II a.C. até aproximadamente 70. Porções de toda a Bíblia Hebraica foram encontradas, exceto do Livro de Ester e do Livro de Neemias, além de outros textos apócrifos e de regras da própria seita.

Os Manuscritos do Mar Morto são de longe a versão mais antiga do texto bíblico, sendo mil anos mais antigos que o texto original das escrituras hebraicas usadas pelos judeus hoje. Atualmente, estão os manuscritos guardados no Santuário do Livro do Museu de Israel, em Jerusalém.


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domingo, 31 de julho de 2011

Conversões Islâmicas X Conversões Cristãs 0


Acabei de ler uma reportagem no jornal O Globo, nomeada “Conversões inversas na terra dos Reis Católicos”, escrita por Priscila Guilayn. A matéria trata do fenômeno religioso que ocorre hoje na Espanha: sobre as conversões entre a religião cristã evangélica e a religião muçulmana. O foco da reportagem está no fato, percebido pela autora, de que o número de convertidos do Islã para o Cristianismo é bem menor do que o número de convertidos do Cristianismo para o Islã. Ela nota também que este é um fato irônico: afinal de contas, a Espanha já travou na sua história luta contra o domínio muçulmano, na época dos Reis Fernando de Aragão e Isabel de Castella, no século XV.

O ponto que eu quero trazer para discussão é o seguinte: quão pacífica e tolerante é a religião muçulmana. Afinal, apesar de boa parte dos atentados terroristas serem motivados pelo Islamismo, há a defesa comum de que os que assim agem são de uma ala radical da religião muçulmana que, enfim, denigrem a imagem de todo o grupo.

A reportagem traz algumas entrevistas com convertidos de ambos os lados, de ex-cristãos que agora são muçulmanos, e de ex-muçulmanos, agora cristãos evangélicos. Chamou a minha atenção que todos os cristãos convertidos do islamismo citados não mostraram seus rostos, e sequer deram seus nomes completos. A justificativa para este cuidado foi dada nestes termos por um dos convertidos:

- É difícil e arriscado mostrar-se publicamente como ex-muçulmano.(...) Para os muçulmanos, sou um infiel. E no Alcorão está claro: aos traidores a pena é a morte.

- Meus pais disseram que só posso voltar a vê-los se me reconverter.

Sem mostrar o rosto por medo de represálias por sua apostasia (Fonte: O Globo)

Sobre o motivo de poucas mulheres muçulmanas sairem do Islamismo, um pastor argelino, ex-muçulmano, diz:

- São muito poucas as ex-muçulmanas convertidas. Elas se deparam com verdadeiras montanhas: quando as famílias descobrem que elas querem se converter, forçam-nas a casar-se com muçulmanos para tentar evitar.

Outra coisa que destaca-se na matéria é o que motivou as conversões. Um cristão declarou que ‘quando morava com sua família em Casablanca, Samir culpava o governo marroquino por um enorme vazio interior que tampouco o Islã era capaz de preencher. Ao chegar à Espanha, rompeu com Alá e, após uma fase ateia, caiu nos braços de Jesus’.

- O bom de ser cristão é que tudo pode ser questionado. Não há perguntas proibidas, como no Islã, onde questionar é atentar contra Alá - explica-se.

Já a militante feminista Laure Rodríguez, de 36 anos, uma convertida ao Islamismo, autodeclarada “rebelde e uma contestadora incurável”, diz o que a atraiu na religião:

- Fui tomando contato com a teologia islâmica da libertação e lendo textos de feminismo islâmico que desenham um cenário oposto à realidade de muitas mulheres muçulmanas — submissas, discriminadas, humilhadas e submetidas a seus maridos. Estes textos falam da importância do orgasmo, de desfrutar das relações sexuais, e da obrigação do marido de satisfazer as necessidades da mulher. É uma redefinição da masculinidade e das relações de gênero num marco de igualdade — explica Laure, que se negou a adotar um nome árabe, como é costume, ao recitar a shahada, o “batismo” islâmico.

O que a atraiu ao Islã foi, justamente, “o seu sentido da recuperação da justiça de gênero, da justiça social, da igualdade”.

- Ao conhecer o Islã, me dei conta de que não é uma religião, é uma forma de vida. Há uma mínima parte desta forma de vida que é o lado espiritual. Não há intermediários, como na Igreja Católica, na qual os padres são os que têm o poder de perdoar.

Laure Rodríguez, convertida ao Islã atraída por uma visão feminista da religião de Maomé (Fonte: O Globo)

Que conclusões podemos chegar a partir destes depoimentos?

Primeira: não há doutrina filosófica, política ou social que supra a necessidade que o ser humano tem de Deus. Como disse Agostinho: “a alma humana tem sede de Deus e não estará tranquila se não descansar em Deus. A alma não descansa enquanto não achar o Deus Vivo”.

Segunda: a falta de conhecimento do que o evangelho de Jesus Cristo é faz com que as pessoas não entendam que a justiça perfeita é a justiça de Deus, e que Deus somente é a fonte perfeita do bem - elas não entendem a natureza do Reino de Deus.

Terceira: a rebeldia contra Deus faz com que as pessoas busquem cosmovisões que cuidem de seus próprios interesses, ao invés dos interesses do Senhor, entre elas as motivações filosóficas, políticas, sociais, entre outras.

Quarta: obviamente, o Deus das escrituras não pode ser o mesmo Alá do Alcorão.

Quinta: o Islamismo não é pacífico, nem mesmo tolerante como muitos tentam defender.

Sexta: "ex-cristão" não significa alguém que foi cristão no sentido bíblico. Frequentador de cultos ou de missas, ou ainda, aqueles que são de lares ditos cristãos não são necessariamente crentes. O que faz alguém realmente cristão é o novo nascimento, feito por Deus na vida da pessoa. E estes perseveram até o fim, não se "desconvertem" em hipótese alguma.
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domingo, 19 de junho de 2011

Domingo da Igreja Perseguida 2011 0


O que é:

O Domingo da Igreja Perseguida, conhecido como DIP, é um dia em que as igrejas separam seus cultos, ou parte deles, para falar da causa dos cristãos perseguidos. É uma mobilização em massa das igrejas brasileiras e também de outros países, que promovem o evento para que os membros de sua comunidade saibam mais sobre a realidade da perseguição, orem e se engajem, não só neste dia, mas na causa da Igreja Perseguida.

O DIP é patrocinado pela Portas Abertas e os organizadores são voluntários. O evento dá a oportunidade para que os cristãos brasileiros conheçam e vivenciem a realidade de milhares de irmãos. Este dia, entretanto, não é apenas mais um evento para sua igreja. É uma oportunidade para divulgar e relatar os testemunhos e experiências de pessoas que nos ensinam a cada dia como ser um cristão perseverante e cheio de fé.

A data varia de ano para ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque no relato bíblico de Atos 4, o início da perseguição aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.

Mapa da perseguição aos cristãos pelo mundo hoje:

Clique para Ampliar

  • O país número 1 em perseguição a cristãos é a Coreia do Norte.
  • Na Arábia Saudita, uma pessoa que pratica o cristianismo pode ser apedrejada ou decapitada.
  • Mais de 90% dos cristãos chineses se reúnem para louvar a Deus em segredo, em igrejas domésticas ilegais para evitar os regulamentos e restrições governamentais.
  • Há apenas uma igreja cristã na Faixa de Gaza e o número de membros diminuiu para menos de 100 pessoas.  
  • A Argélia é 1/4 do tamanho do estado do Texas, nos Estados Unidos, e apenas 3% da população é cristã.
  • No Irã são faladas 69 línguas e a Bíblia foi traduzida completamente para apenas três delas. O
  • Irã ocupa o segundo lugar em perseguição contra os cristãos.
  • Acredita-se que existam menos de 500 cristãos vivendo nas Maldivas.
  • No Sudão, pregar publicamente o evangelho é passível de espancamento ou prisão.
  • Os cristãos são menos de 1,7% da população do Paquistão e mais de 70% deles vive abaixo da linha de pobreza.
  • Estima-se que existam 1.100 cristãos missionários vivendo na Turquia


Vídeo especial de promoção do Domingo da Igreja Perseguida


Há mais vídeos e outros materiais para download no site do DIP.

Fonte: DIP e Portas Abertas
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Cientista diz: há limites para o conhecimento 0


A edição da Revista New Scientist trouxe como matéria de capa no início deste mês de maio de 2011 uma reportagem bastante interessante, principalmente para quem está acostumado a discutir religião com incrédulos. O texto, de autoria de Michael Brooks, PhD em física quântica, autor de livros e jornalista, fala das ideias de Martin Rees, Astrônomo Real Britânico, ente outros. Rees admite que, embora a ciência tenha ajudado muito o desenvolvimento da humanidade, dando conhecimento de processos e permitindo o avanço tecnológico, entre outros, há algumas coisas que o homem jamais poderá saber. Ele diz que assim como os macacos não discutem mecânica quântica, nem mesmo sequer têm qualquer noção do porquê seja importante estudá-la, assim o ser humano pode desconhecer aspectos da realidade da mesma forma.

É curioso, porque muitas vezes os incrédulos acusam os religiosos, e particularmente os cristãos, de fornecerem respostas do tipo: “ah, isto não tem como sabermos, está fora do nosso alcance”, ou “existem muitas coisas que nos estão encobertas” ou ainda “as coisas reveladas pertencem a nós, mas coisas ocultas pertencem ao Senhor”.

Rees declara:

“Não há nenhuma razão para acreditar que as nossas inteligências estão preparadas para entender todos os níveis de realidade”

Ele também reconhece que a ciência não é onipotente:

A ciência não é onipotente, Mr. Peter Atkins

“Há limites para a ciência. Há algumas coisas que nós nunca poderemos saber sem dúvida por causa das restrições fundamentais do mundo físico. Então há os problemas que nós provavelmente nunca resolveremos por causa do modo de trabalho da nossa inteligência.”

Quanto à biologia, Ferry Coyne, biólogo evolucionista da Universidade de Chicago diz:

“Saber como vida começou sempre estará além de nosso alcance, é o horizonte cósmico de biologia.”

“Mesmo se nós pudéssemos criar uma ‘segunda gênese’ no laboratório isto não nos falará exatamente como aconteceu na Terra 3.8 bilhões de anos atrás”

Não estou aqui subscrevendo a preguiça intelectual de alguns ao desconhecer a própria crença e usando este anúncio científico para respaldá-la. Mesmo porque a revelação divina não precisa do aval científico para ser verdadeira, ainda que a mesma fatalmente a faça. Mas é digno de nota que alguns do “meio que tudo sabe” reconhecerem que não há como sabermos todas as coisas, por um motivo muito simples: somos seres limitados, em tempo, espaço e sabedoria. Somos finitos. E isto a Bíblia já diz há, deixa-me ver... milênios.

Mas há outra implicação prática. Como a Bíblia diz em 1 Coríntios 2:14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente , o homem não-convertido sequer tem capacidade de entender o mundo espiritual. Os homens não-regenerados sequer sabem porque precisam de salvação, assim como os macacos que não desconfiam da física quântica. Por isso é que Jesus disse para Nicodemos que é preciso nascer de novo para entrar no Reino dos Céus João 3:5-6 Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito . Mas Deus é misericordioso e concede graça para salvação de todo aquele que crê em Jesus e se arrepende dos seus pecados.


Abaixo um vídeo do apologista William Lane Craig num debate com Peter Atkins, químico britânico, sobre a onipotência científica.



Você conhece algum outro limite de conhecimento que a humanidade nunca saberá? O que você pensa sobre este assunto? Deixe seu comentário!


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terça-feira, 1 de junho de 2010

2 anos e fumante 0

Fonte: G1



Semana passada o mundo ficou chocado com imagens que circularam pela internet de um menino indonésio de apenas 2 anos de idade que fuma cerca de 40 cigarros por dia. O horror ficou por conta do fato de que foi o próprio pai do garoto quem o incentivou a prática. Para ele, não há nada de errado com o hábito de fumar, e que o filho é saudável. Ele mesmo é fumante.

Aposto que quase ninguém discute o explícito mal que este homem está fazendo ao seu filho, guiando-o por um caminho que vai lhe trazer prejuízos talvez mesmo a curto prazo. Todos consideram errada esta conduta.

Mas muitos outros atos de pais irresponsáveis não são igualmente criticados pelas pessoas. Um pai que ensina seu filho homem, mesmo com pouca idade, a se insinuar para coleguinhas do colégio, ou que ensina que a violência é um meio legal de se obter o que deseja;  a mãe que compra roupas inadequadas para sua filha, expondo-a mais do que o pudor, o bom senso e a decência aconselhariam, tornando-a alvo de olhares lascivos de outras pessoas; as danças indecentes que mais velhos adoram fazer as crianças executarem; ou ainda aqueles que ensinam palavrões aos seus filhos para que eles não estejam em desvantagem em relação aos filhos dos outros... todos estes atos refletem um comportamento prejudicial aos filhos e que não são igualmente condenados pela sociedade.

Pergunto: qual é a diferença entre estes últimos e o menininho fumante? Ambos não são resultados da licenciosidade dos pais na educação dos seus rebentos? Fumar causa problemas físicos, somos sabedores disto; mas e os problemas de caráter e de moralidade? Não são eles tão ou mais graves? Que tipo de pessoa está sendo criado para o mundo de amanhã?


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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Campanha Mundial de Oração 0


Mais uma oportunidade para nós, cristãos, nos unirmos em prol de uma causa nobre. Dia 13 de maio será a estréia de uma campanha de oração de alcance internacional, um apelo para que o mundo encontre arrependimento e ache misericórdia diante de Deus.

A campanha se estenderá do dia 13 ao dia 23 de maio de 2010 e seguirá os moldes utilizados pela igreja primitiva (dez dias que antecedem o Pentecoste são de oração constante, um dia de oração observado por toda a cidade e os dias de benção que se seguem), da seguinte forma:

- dez dias de oração constante (13 a 22 de maio);
- comemoração do Dia Mundial da Oração (23 de maio);
- noventa dias de oração (24 de maio a 21 de agosto).

Mais informações, material publicitário, notícias, downloads e outros podem ser obtidos no site http://www.cmo.org.br.

Que Deus seja louvado e honrado por nossas atitudes!

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Dia internacional do livro - 23 de abril 0

Dia mundial do livro

Aniversariante desdenhado

Hoje, 23 de abril, comemoramos o Dia Internacional do Livro. A data é uma homenagem a dois famosos escritores, Miguel de Cervantes, autor de Don Quixote, e William Shakespeare, autor de, entre várias outras obras, 'Hamlet' e 'Romeu e Julieta'.

Infelizmente, o aniversariante é daqueles pouco populares, que fazem festa de aniversário e ninguém vai. O salão é bem decorado, com muita imaginação, e a comida é tão deliciosa que aqueles que a experimentam falam sobre ela anos a fio. Todos são convidados, mas poucos gostam do anfitrião. Pobre livro, tão rejeitado tu és.

Analogias a parte, o hábito da leitura não tem sido bem cultivado na educação brasileira atual. Parece-me que esta atividade ficou restrita àqueles que não são esteticamente belos ou que possuem dificuldades no trato social. Muita importância para a embalagem e pouca à estrutura, ao conteúdo. Nós, brasileiros, temos sido bons marketeiros, mas péssimos engenheiros.





Leitura não é só um exercício para nerds, mas para todos que tem um cérebro
Leitura não é só um exercício para nerds, mas para todos que tem um cérebro



Leitura só por obrigação

Segundo um levantamento feito em 2007 pelo Instituto Pró-Livro, a média de leitura do brasileiro é de apenas um livro por ano. Dentro do contexto universitário, a quantidade aumenta, embora justificado pelas exigências acadêmicas obrigatórias.

Como resultado deste relaxamento com a leitura, nós temos hoje muitos que sabem ler, mas não entendem o que estão lendo. Chamamos de analfabetos funcionais. Popularmente, também são conhecidos por 'leitores de título', já que o interesse se acaba assim que passam 3 ou 4 linhas após o título que adorna um texto. Da mesma forma que a preguiça promove a falta de exercício físico, e esta responde pelo aumento da primeira, assim a preguiça mental promove a falta de interesse em livros, sendo que esta gera ainda mais latência mental. Preferem esperar que a história de um livro seja contada em filme. "Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem" já dizia Mário Quintana.

Mário Quintana sabia do que falava
Mário Quintana sabia do que falava...






Nem toda leitura vale a pena

Já houve épocas em minha vida onde pensei que toda a leitura valia a pena. Ainda continuo pensando assim, em certo sentido, como um exercício. Entretanto, todo livro, por pior que seja, tem uma ideologia. Pessoas não treinadas na leitura e interpretação são facilmente confundidos. Não conseguem discernir entre a boa e a má literatura. Existem os dois tipos, como praticamente todas as coisas no mundo. E é ilusão pensar que uma filosofia estampada nas páginas de um livro não influenciam aqueles que o leem. Mentes devem absorver informação como esponjas, sim, mas creio que todas elas devem estar devidamente catalogadas e organizadas em certas categorias mentais. Milhões de palavras em páginas de papel amontoadas em um quarto escuro não são nem um pouco úteis, assim como aceitar quaiquer idéias como dignas de igual crédito. Melhor trabalhador não é aquele que possui maior quantidade de ferramentas, mas aquele que sabe usar as que tem.

Nem toda leitura vale a pena
Cheiro de livro novo é delicioso



Leitores cristãos

Mas felizmente eu noto que o povo cristão, mais notadamente o evangélico, extrapola esta média. Nós lemos mais que as demais parcelas da sociedade. Interessante que, por vezes, somos discriminados por uma pretensa ignorância que nos seria comum. Como todos os grupos sociais, há pessoas assim no nosso meio. Mas é a exceção da regra. Não só lemos como escrevemos mais. Falamos mais. Somos bem articulados. Quem quiser visite a UBEBlog e a comunidade virtual de blogueiros evangélicos e conheça vários pensadores cristãos que estão fazendo a diferença.

Cristãos são incentivados à leitura desde muito cedo
Somos incentivados à leitura desde muito cedo



Entendo que um Dia do Livro a se comemorar seria aquele que as pessoas comemorassem como o dia das mães. Como? Amando nossas mães e lendo nossos livros, todos os dias do ano.


"Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas" - Mário Quintana.


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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Brasileiros acreditam na evolução guiada por Deus 0



De acordo com pesquisa Datafolha divulgada esta semana, para 59% da população brasileira a evolução humana se deu através de milhões de anos guiados por um ser supremo. O levantamento investigou as convicções da população sobre a origem e o desenvolvimento da espécie humana.

Apenas 8% dos brasileiros acredita que a evolução acontece sem interferência divina. Por outro lado, a pesquisa mostra que uma em cada quatro pessoas acredita na teoria de que o homem teria sido criado por Deus há menos de 10 mil anos.

Os resultados obtidos seriam semelhantes aos da Europa, já que pesquisas mostram que lá o número de criacionistas se aproxima dos 20%. Já em relação aos EUA, observa-se um forte contraste, uma vez que os números obtidos mostram que 44% da população é de criacionistas puros, enquanto que os que acreditam em uma evolução guiada por Deus são 36% e os evolucionistas são 14%

O Datafolha ouviu mais de 4 mil pessoas maiores de 16 anos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Agência Unipress Internacional
M.V

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Observações sobre a notícia:

Não importa se são os teístas ou os ateístas que defendem a evolução (leia-se, aqui, macroevolução). Ambas as formas de evolução das espécies, incluíndo Deus ou não na hipótese, esbarram nos mesmos problemas. Não existem evidências suficientes para provar que a evolução aconteceu. Por exemplo: hoje ainda os evolucionistas dizem procurar os tais 'elos perdidos'. Mas estes elos simplesmente são um engodo, porque é necessário que exista uma corrente. O registro fóssil não aponta de forma alguma a transição de algum ser vivo para outro. Aliás, o próprio Darwin declarou que se a teoria dele estivesse certa, estes fósseis seriam encontrados. 150 anos se passaram e o que se sabe é que a teoria da evolução só é considerada ainda por pura teimosia e falta de coerência dos seus defensores.

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sexta-feira, 26 de março de 2010

A origem do senso de justiça 0


Para os evolucionistas, a existência do senso de justiça é um mistério. Qual seria a vantagem biológica de se agir de forma cooperativa e justa com estranhos? As três teses mais comuns são que este senso está relacionado aos nossos ancestrais; a que considera como uma construção cultural; e a que atribui à religião.

Joseph Henrich, pesquisador da universidade de British Columbia, realizou um estudo com o objetivo de testar as teses. Para o estudo, foram recrutados 2.148 voluntários de 15 pequenas comunidades, como os Dolgan (caçadores da Sibéria), os Hazda (nômades da Tanzânia) e os Sanquianga (pescadores da Colômbia).

Os voluntários foram convidados a participar de uma série de testes que envolvem noções de justiça. Um deles, por exemplo, intitulado “jogo do ditador”, consiste em selecionar dois participantes que não se conhecem e dar a um deles uma quantia em dinheiro com a condição de que este dê algum valor para o outro. O ditador era livre para escolher o quanto.

Segundo os resultados, o senso de justiça seria uma construção cultural. Os voluntários que viviam nas comunidades com menos comércio tiveram uma tendência a ser mais injustos. A religião também parece ter uma influência na questão. No jogo do ditador, por exemplo, as ofertas dos participantes religiosos foram, em média, 10% maiores do que as dos participantes ateus.

Fonte: The Economist. Via Opinião e Notícia.

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Observações sobre a notícia:

Totalmente questionável é o resultado desta pesquisa. Primeiramente, ela não é uma situação real. Os voluntários na pesquisa estão influenciados, por causa do observador, a agir, às vezes, de forma adversa a que teria em um ambiente diferente. Resultados do laboratório divergirão de resultados externos. E a noção de justiça não é derivada exclusivamente do dar ou não dinheiro para alguém. Mesmo este ato pode ter aplicações diferentes em situações diferentes. Uma pessoa pode dar mais dinheiro para alguém se achar que ela teria mais necessidade, como se ela precisasse para um tratamento médico, por exemplo. Ou daria menos (ou nada) se soubesse que ela usaria para se drogar.

Outra crítica que pode ser feita à pesquisa é que ela trata de como as pessoas agem (descrição dos atos morais), e não de como elas deveriam agir (prescrição dos atos morais). O que o pesquisador fez foi um estudo sociológico; não diz nada sobre a origem da moralidade. Os resultados obtidos distam tremendamente dos objetivos propostos.

Além disto, há um terceiro 'senso de justiça' infliltrado na pesquisa: o do pesquisador. Segundo ele, pessoas advindas de uma determinada situação seriam mais injustas do que outras. Gostaria de saber porque ele acha que a opinião dele tem mais peso do que a dos indivíduos avaliados. É Deus que fornece o fundamento último sobre moral e ética.

Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida (Prv 6:23)

Ensina-me bom juízo e ciência, pois creio nos teus mandamentos.
Tu és bom e fazes o bem; ensina-me os teus estatutos.
A exposição das tuas palavras dá luz; dá entendimento aos simples.
Justo és, ó Senhor, e retos são os teus juízos.
A tua justiça é justiça eterna, e a tua lei é a verdade.
Há muito sei eu dos teus testemunhos que os fundaste para sempre.
A soma da tua palavra é a verdade, e cada uma das tuas justas ordenanças dura para sempre. (Sl 119.66,68,130,137,142,152,160)


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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Sobre o BBB e outros reality shows 0



Neste começo de ano, as emissoras de TV estão se esforçando para ganhar a disputada audiência do povo brasileiro com seus programas. Muitas delas estão usando e abusando de um formato chamado “reality show”, ou em bom português, “show de realidade”.

Perdoem-me se estiver enganado, mas realidade não é o que nós vemos todos os dias nos noticiários? Gente roubando, matando, prostituindo, enganando, traindo... e não hesitamos em condenar os agentes destes crimes. Mas quando as mesmas coisas acontecem nestes reality shows, é uma diversão! Aliás, o programa fica chato quando não há brigas, nem sexo, nem armações. Mas os produtores ficam espertos: havendo qualquer indício de mornidão, novos artifícios são usados para exaltar os ânimos.

Todo o espectro da maldade humana já é horrível de se ver todos os dias, quando vemos amigos, colegas de trabalho, vizinhos, familiares ou estranhos mesmo praticando estes atos terríveis contra as pessoas, nos atingindo por diversas vezes, inclusive. E o que estes programas exploram é justamente toda esta podridão, tentando fazer com que os telespectadores tomem partido de um ou outro, mas, que no final de contas, movam a ciranda comercial e financeira que é, afinal, o objetivo principal destes que promovem os reality shows.


O pior de tudo é que não é somente os participantes dos programas, que, motivados por dinheiro – ganância – orgulho – vaidade, pecam. O que mais me revolta é o fato de pessoas se reunirem em frente à TV para se divertir com os desvarios pecaminosos dos outros. Isto se enquadra numa classe especial de pecado, eu creio. Já ouvi falar que as pessoas procuram expiar seus problemas, suas dores, suas culpas através do entretenimento. Ou devo estar muito enganado, mas se estou com problemas, olhar outros praticando o mal não me ajudará de forma alguma; antes, aliás, ajudará sim: mas para levar-me a um caminho que não é de benção de jeito algum. Aliviar a minha maldade olhando a maldade dos outros, para talvez me sentir um pouco melhor, já que existem "outros piores do que eu"?

Por este motivo eu clamo a todos os que se dizem crentes em Jesus Cristo, e aos que não são também, que abstenham-se de participar de um entretenimento tão ruim quanto estes “shows de realidade”. Já temos desgraças demais no mundo para nos “divertir”. Que tipo de ser humano somos se aprovamos e nos divertimos com o mal alheio? Convido ao leitor a meditar sobre este texto e sobre a Palavra abaixo. Se queremos um mundo melhor, para nós e para nossos filhos, talvez devêssemos começar em pequenas coisas, tais como saber com o que se distrair no tempo livre. Vamos começar por este ano!

E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. (Romanos 1:28-32 - grifo do autor).

Leiam também o texto de Renato Vargens.


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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Familiares pressionam cristã a deixar sua fé 0


SUDÃO – Uma mulher sudanesa que fugiu para o Egito após ter se convertido do islamismo para o cristianismo está vivendo em isolamento total, pois seus familiares estão tentando encontrá-la.

O irmão e o ex-marido de Howida Ali começaram a procurar por ela no Cairo no início deste ano, depois que um parente relatou onde ela estava. Enquanto permaneciam no país, os dois homens tentaram sequestrar o filho de Howida, de 10 anos, na saída da escola.

“Tenho medo que meu irmão nos encontre”, disse Howida, de 38 anos, que se mudou novamente para outra região. “O objetivo deles é me levar de volta para o Sudão, e lá, eles nos forçarão a aceitar a religião islâmica ou morreremos, de acordo com a sharia”.

Howida disse que se divorciou de seu marido, Esam El deen Ali, em 2001, antes de se converter ao cristianismo, por ele ser viciado em droga. Ela morava com seus pais em Cartum quando começou a ter visões com Cristo, ela conta.

“Em 2004, comecei a ter uma visão de Cristo falando comigo. Quando compartilhei com uma amiga, que é muçulmana, ela me disse que costumava ouvir essas coisas dos cristãos.”

Esse comentário levou Howida a procurar um amigo cristão do Sul do Sudão, que falou com ela sobre Jesus e orou.

“Depois daquele momento, comecei a ter mais visões com Cristo dizendo: ‘Ele é Cristo, o Bom Pastor’”.

Temendo que seus parentes pudessem descobrir que ela era cristã, em 2007, ela fugiu com seu filho de 8 anos. A família já havia tentado impedi-la de viajar porque ela não teria a companhia de um homem adulto, e porque eles não aprovavam seu divórcio.

“Eles destruíram meu passaporte, mas com a ajuda de um amigo cristão, consegui um novo e viajei em segredo.”

Seu período de paz no Egito durou pouco. No início desse ano, enquanto Howida frequentava uma igreja secretamente enquanto morava na casa de um parente muçulmano no Cairo, descobriram sobre sua conversão e avisaram seu irmão e seu ex-marido no Sudão.

Quando a encontraram, os dois homens tentaram matá-la, acusando-a de apostasia – isso com o apoio de seus parentes no Sudão e outras pessoas da comunidade, integrantes da tribo Shaingia, que praticam o islamismo tradicional.

Temendo uma possível conversão forçada, Howida tentou ir para Israel; as autoridades egípcias a prenderam na fronteira durante dois meses. Em todo esse tempo, seu filho foi colocado em um orfanato islâmico. Uma família o adotou, mas Howida conseguiu recuperar a custódia do menino assim que saiu da cadeia, em outubro.

“Paramos de sair do apartamento e de ir à igreja. Meu filho não pode mais ir para a escola todos os dias. Não podemos viver nossas vidas normalmente. Ou não posso participar de estudos bíblicos. Dependo somente de mim mesma para crescer espiritualmente, e para orar e estudar a Bíblia.”

Howida diz que sua única esperança de poder viver sua fé abertamente é morando em uma comunidade cristã em outro país, que garanta a liberdade religiosa.

Fonte: Missão Portas Abertas (via O Verbo)

Observações sobre a notícia:

Muitas pessoas perguntam o que pode acontecer com aquelas pessoas que vivem isoladas de qualquer tipo de contato com o evangelho e de pessoas cristãs que possam falar de Jesus para elas. Esta notícia nos mostra que Deus pode dar revelações especiais para elas e serem salvas da mesma forma. Glória a Deus por isto!


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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Amizades incoerentes 0



Brasil se abstém em voto de censura ao Irã na AIEA
(grifos meus)

Dos 35 países da atual Junta de Governadores, 25 concordaram com a resolução

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta sexta-feira uma resolução censurando o Irã por seu programa nuclear. O Brasil se absteve de votar. Nesta semana, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, veio ao País. Durante a visita, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o direito de Teerã de desenvolver energia nuclear para fins pacíficos.

Grã-Bretanha, França, Alemanha, Rússia, China e Estados Unidos impulsionaram a nova resolução contra o Irã na AIEA em razão das atividades nucleares do país persa. O documento pede a paralisação das obras de uma planta de enriquecimento de urânio, mantida em segredo até recentemente. Do grupo de 35 países da atual Junta de Governadores da AIEA, 25 concordaram com a resolução, segundo diplomatas. Três países votaram contra o texto: Venezuela, Malásia e Cuba. Além do Brasil, abstiveram-se Afeganistão, Egito, Paquistão, África do Sul e Turquia. Apenas um país, o Azerbaijão, não estava representado.

É a primeira vez desde fevereiro de 2006 que a AIEA aprova uma resolução contra o Irã. Países como EUA e Israel temem que Teerã tenha um programa secreto para produzir armas nucleares. O governo iraniano nega e diz ter apenas fins pacíficos, como a produção de energia. O Irã já foi alvo de três rodadas de sanções no Conselho de Segurança (CS) da ONU por se recusar a interromper seu programa nuclear.

Fonte: AE. Via Correio do Povo.

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Comentários sobre a notícia:

Apesar de todos os esforços da Comunidade Internacional em entender a verdadeira motivação do programa nuclear do Irã, nenhuma resposta positiva pode ser obtida. O país criou uma redoma em volta de si sobre este assunto. É completamente justificável que os países membros da AIEA estejam apreensivos com a possibilidade da utilização desta energia nuclear para confecção de bombas atômicas. Incompreensível é o Brasil se colocar em uma posição de neutralidade, pensando em, talvez, lucrar futuramente com uma parceria Brasil-Irã e assim se juntando com outros países de líderes muito mal-intencionados, como Venezuela e Cuba. Não é nenhum exagero criticar esta falta de zelo do Presidente Lula. Afinal, estamos falando de Mahmoud Ahmadinejad, aquele que disse que o Holocausto não existiu, e que desejava que Israel fosse varrido do mapa.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Reflexos da 'mordaça gay' 0



COMUNICADO DE ROZANGELA JUSTINO À SOCIEDADE BRASILEIRA

Informo à sociedade brasileira que não mais atenderei as pessoas que desejam deixar a homossexualidade. Embora desenvolva este trabalho desde 1988, tanto em meu consultório quanto em instituições de apoio, reconheço que não devo ignorar a Resolução nº 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, ainda que a OMS-Organização Mundial da Saúde -, através da sua publicação oficial, CID 10, deixe claro que é possível procurar apoio terapêutico para mudança da orientação sexual homossexual em caso desta ser egodistônica, ou seja, quando a homossexualidade, fora de sintonia com o próprio eu, leva a pessoa a um estado de sofrimento psíquico. O transexualismo e o travestismo também são considerados transtornos de identidade sexual, além do transtorno de identidade sexual na infância, onde o pai ou responsável pode procurar tratamento, segundo a CID 10, que pode ser encontrada em qualquer livraria e também baixada através da internet.
Trabalho de acordo com as orientações da OMS e também de conformidade com as correntes teóricas das escolas da psicologia; entretanto, de acordo com a Resolução 01/99, nenhum psicólogo pode ajudar as pessoas que voluntariamente procuram apoio para superar os transtornos psíquicos ligados à atração pelo mesmo sexo. Diante disso, decidi interromper o atendimento às pessoas que pretendem superar os pensamentos, desejos e comportamentos homossexuais, enquanto a Resolução 01/99 estiver vigente.
Leia o restante deste manifesto no blog da Rozangela. Mais informações sobre este caso pode ser lido aqui.

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Isto é um exemplo do que a 'mordaça gay' é capaz de fazer com quem pensa diferente deles. E é apenas a ponta do iceberg no que diz respeito do cerceamento da nossa liberdade em expressar opiniões diferentes do movimento homossexual se o Projeto de Lei 122/2006 for aprovado.

O projeto está sendo divulgado como uma tentativa de evitar a discriminação contra os homossexuais. Na verdade, da forma como ele foi construído, não só será crime a homofobia mas também nos obrigará a aceitar e incentivar as práticas deles. E não somente isto. Como o projeto fala em 'orientação sexual', qualquer tipo de prática sexual, inclusive incesto, pedofilia, zoofilia, necrofilia e outros tipos de perversão sexual também terão amparo legal.

Como cristão, sou contra toda e qualquer forma de preconceito e discriminação. Mas não creio que a máquina legislativa deva ser utilizada para favorecer um grupo minoritário em detrimento da perda de direitos de todos os outros cidadãos já há muito firmados nas cláusulas pétreas da nossa Constituição Federal, como o direito à liberdade de expressão e liberdade religiosa.
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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Povo corrupto, governante corrupto... parte 2 0


A cara do Brasil
Por Delis Ortiz

Outro dia, ao chegar ao Rio de Janeiro, tomei um táxi. O motorista, jeito carioca, extrovertido, foi logo puxando papo, de olho no retrovisor.
-- A senhora é de Brasília, não é?
-- Sim -- respondi.
-- É, eu a reconheci. E como é que a senhora aguenta conviver com aqueles ladrões lá do Planalto Central? Não deve ser moleza.
O sujeito disparou a falar de políticos, do tanto que eles são asquerosos, corruptos... Desfiou um rosário de adjetivos comuns à politicagem nacional.
Brasília é o palco mais visível dessas mazelas e nem poderia deixar de ser. Afinal, o país inteiro olha para lá. O taxista era só mais um crítico, aparentemente atento. E ele sabia dar nomes aos bois que pastavam tranquilamente no orçamento da união, que se espreguiçavam impunemente sob a sombra da imunidade parlamentar ou de leis feitas em benefício próprio. E que, de tempos em tempos, se refrescavam nas águas eleitoreiras.
O carro seguia em alta velocidade; a distância parecia esticada. Vi uma bandeira três em disparada.
Lá pelas tantas, quando já estávamos dentro de um segundo túnel escuro, o condutor falante sugeriu um “dia sem corrupção”.
-- Já pensou -- disse ele -- se uma vez por ano esses homens não roubassem?
-- Interessante -- a exclamação me escapou aos lábios.
-- Sim -- continuou entusiasmado --, seria uma economia e tanto.
Nessa hora, me dei conta de que estávamos percorrendo o caminho mais longo para o meu destino. Chegava a ser irracional a quantia de voltas para acertar o rumo. Deixei.
-- Os economistas comentam -- tagarelava ele -- que somos um país rico. Não deveria existir déficit da previdência, os impostos nem precisariam ser tão altos, o serviço público poderia ser de primeira. O problema é que quanto mais se arrecada, mais escorre pelo ralo, tamanha a roubalheira.
Tão observador, será que ainda se lembrava em quem tinha votado para deputado ou senador na última eleição? Fiz a pergunta e, depois de algum silêncio, a resposta foi não. Pena.
Caímos num engarrafamento, cenário perfeito para aquele juiz de plantão tecer mais comentários sobre o malfeito.
-- Veja como são as coisas, os riquinhos ociosos da Zona Sul, que deveriam pensar em quem tem pressa, acham que são os donos do pedaço e vão embicando seus carros, furando fila, costurando de uma faixa a outra, querendo levar vantagem. A gente, que é motorista de táxi, tem que ficar atento, porque os guardas estão de olho, qualquer coisinha eles multam. Mas eles fazem vista grossa para as vans que transportam pessoas ilegalmente. Elas param onde querem, estão tomando os nossos passageiros. Como não tem ônibus para todo mundo e táxi fica caro, muita gente prefere ir de van.
Por falar em “caro”, a interminável corrida já estava me saindo um absurdo... Resolvi pontuar algumas coisas.
-- Por que o senhor escolheu o caminho mais longo?

Ele tentou se justificar:
-- É que eu estava fugindo do congestionamento.
-- Mas acabamos caindo no pior deles -- retruquei. E por que o senhor está usando bandeira três se não tenho bagagem no porta-malas nem é feriado hoje? -- continuei questionando.
Ele disse que estava na três para compensar a provável falta de passageiro na volta. Claro que não, eu sabia.
Finalmente, consegui chegar ao endereço pretendido. Fiz mais um teste com o “probo” cidadão: paguei com uma nota mais alta e pedi nota fiscal. Ele me devolveu o troco a menos e disse que o seu talão de notas havia acabado.
-- Veja como são as coisas, seu moço -- emendei. O senhor veio de lá aqui destilando a ira de um trabalhador honesto. No entanto, se aproveitou do fato de eu não saber andar na cidade, empurrou uma bandeirada, andou acima da velocidade permitida, furou sinal, deu voltas, fingiu que me deu o troco certo e diz que não tem nota fiscal!
O brasileiro esperto quis interromper, mas era minha vez de falar.
-- O senhor acha mesmo que ladrões são aqueles que estão em Brasília? Que diferença há entre o senhor e eles?
Eu sabia que estava correndo risco de uma reação violenta, mas não me contive. Os “homens” do Planalto Central são o extrato fiel da nossa sociedade. Quantos taxistas desse porte vemos dirigindo instituições? Bons de discursos... Na prática...
Desembarquei com a lição latejando em mim. Quantas vezes, como fez esse taxista, usamos espelho apenas como retrovisor para reter histórias alheias? Nossas caras, tão deformadas, tão retocadas, tão disfarçadas, onde estão? Onde as escondemos que não aparecem no espelho?
Sem a verdade que liberta, jamais estaremos livres de nós mesmos. Ainda sonho com um Brasil de cara nova... A começar por minha própria cara.

• Delis Ortiz é jornalista, repórter especial da TV Globo, em Brasília. É mãe de Brenda e Bianca, e avó de Gabriel e Stella. É membro da Igreja Presbiteriana do Planalto.

Fonte: Revista Ultimato

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Comentários sobre a notícia

É como eu sempre digo: cada povo tem o governante que merece. Leia também "Povo corrupto, governante corrupto..." publicado anteriormente neste blog.


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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Sexo e socialismo 0



Sexo e socialismo
Por Jayme S. Sellards

Sei que isso é esquisito, e até um pouco vergonhoso, mas é hora. Isso mesmo: É hora de falarmos sobre sexo.
Primeiro, quero deixar claro que o sexo é simplesmente outra função física, e não há nada de importante por trás dele. Segundo, o amor não existe. Por isso, não se preocupe sobre esperar até achar a pessoa certa. Aliás, você deveria se envolver em sexo indiscriminado com qualquer pessoa que por acaso apareça no seu caminho. Resumindo: todo sexo é aceitável, em qualquer tempo, em qualquer idade, com qualquer um.
O que? Você ficou ofendido com o que acabei de dizer? Olha, tenho de ser sincero e confessar que essa conversa de sexo não é realmente de minha autoria original. Estou apenas parafraseando Karl Marx. O que é importante entender, porém, é que embora o que acabei de dizer pode parecer loucura para você, é a perspectiva socialista exata acerca do sexo. Entenda: a promiscuidade e os desvios sexuais desempenham um papel no estabelecimento de um sistema socialista de governo.
Quando ouvem a palavra “socialismo”, a maior parte das pessoas acha que é uma filosofia econômica. As pessoas comuns associam o termo com a destruição do capitalismo e o governo tomando o setor privado. Embora isso seja certamente verdade, há também um componente social correspondente que é muitas vezes ignorado. É, afinal de contas, chamado “social”-ismo.

Marx entendia que o capitalismo não se sustenta sozinho. A idéia do livre mercado foi inventada por países ocidentais com valores éticos judaico-cristãos. Assim, ele sabia que qualquer um interessado em destruir o capitalismo tem também de erradicar os alicerces fundamentais da sociedade que o sustentam.
O componente mais fundamental de todas as sociedades é a família. Na civilização ocidental, a família começa no casamento de um homem e uma mulher. Durante esse casamento, o marido é tradicionalmente o líder da família e o provedor de alimento, roupas e abrigo. A esposa cria um lar amoroso e cria os filhos.
Os laços entre marido e esposa são vistos como espirituais, emocionais e exclusivos. O sexo é a expressão máxima desses laços e, de forma importante, o casamento só é consagrado depois que o marido e a esposa tiveram sua experiência física íntima. Como tal, o sexo pré-conjugal é desencorajado na cultura ocidental, pois barateia e desvaloriza os laços entre marido e esposa e, consequentemente, o significado do casamento e família.
O socialismo não consegue funcionar sob o modelo de família da civilização ocidental. Sob um regime socialista, não pode haver família tradicional, pois o Estado é o líder e provedor de todos. Além disso, toda espiritualidade e emoção têm de ser reservadas exclusivamente para o Estado. Portanto, Marx sabia que a fim de que o socialismo tivesse êxito, ele tinha de achar um jeito de destruir a família.
O modo mais fácil de alcançar essa meta, ele descobriu, era incentivando todos os tipos de sexo. Se o sexo fosse comum e indivíduos solteiros tivessem relações com quantos parceiros quisessem, o sexo perderia todo o seu sentido espiritual e emocional. Assim, o casamento se tornaria irrelevante, e as famílias acabariam deixando de existir.
Com esse propósito, Marx aplicou sua filosofia econômica à sua perspectiva acerca do casamento. Exatamente como ele pregava que toda propriedade privada tinha de ser abolida, da mesma forma ele pregava que todos os relacionamentos privados tinham de ser abolidos. No “Manifesto Comunista”, Marx exigiu “mulheres abertas para todos”, o que significava que nenhuma mulher deveria ser sexualmente exclusiva para um só homem. Em vez disso, as mulheres tinham de se repartir com todos os homens, sem nenhum compromisso. Essa é a origem do movimento de “amor livre” popularizado na década de 1960.
Aliás, não é por acaso que o aumento de programas assistencialistas de linha socialista na década de 1960 tenha coincidido com o aumento do movimento de “amor livre”. Foi um golpe socialista duplo contra nossa cultura tradicional. A “liberação sexual” desvalorizaria o sentido do sexo e família, e o Estado interviria para preencher o vazio, substituindo o marido como líder e provedor.
Durante os 40 anos passados, testemunhamos o sucesso desse plano. Ano após ano, permitimos gradualmente que o governo ganhe mais e mais controle sobre nossas vidas. Ao mesmo tempo, estamos também gradualmente abandonando nossa moralidade sexual tradicional e estamos aceitando o sexo antes do casamento, a criação de filhos sem pais, o casamento gay e até mesmo a pornografia como tendência atual e normal.
À medida que lutamos e resistimos à radical agenda econômica da esquerda, não nos esqueçamos de lutar contra sua radical agenda social também. Compreenda, como compreende a esquerda, que as famílias tradicionais intactas não entregam seu sustento nas mãos do governo. As famílias mesmas se sustentam.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

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Comentários sobre a notícia:

E pensar que muitas pessoas acreditam que o socialismo é a solução para os problemas sociais que hoje existem. Vestem camisetas do socialista Che Guevara imaginando que tal tenha sido um grande herói quando, na verdade, era um sanguinolento guerrilheiro e que pessoalmente criou campos de trabalho coletivo para seu próprio povo. Tudo baseado na "nitidamente louvável ética socialista".


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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Cuidado com o trio diabólico que mora em sua casa 0



Cuidado com o trio diabólico que mora em sua casa

Quando você pensa que tudo já foi escrito sobre banheiros, voltamos ao assunto para falar dos efeitos maléficos das privadas, canos de esgoto e fossas. Esse trio é "jogo duro". Dependendo de onde eles se encontram na casa, podem roubar nossa prosperidade, vitalidade, saúde, humor e energia sexual. (Chega! Quer ver o resto, volte pro Terra).

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Observações sobre a notícia:

Quem não tem Deus REALMENTE acredita em qualquer coisa, até em privadas que roubam energia.

O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Amém. (Flp 4:19-20)




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terça-feira, 13 de outubro de 2009

A Bíblia é um catálogo de crueldade? 0



"A Bíblia é um catálogo de crueldade" afirmou escritor português

Os comentários do Prêmio Nobel de Literatura José Saramago ofenderam a igreja católica de Portugal.

— A Bíblia é um catálogo de crueldade e do pior na natureza humana — disse no domingo Saramago, durante a apresentação de sua nova obra, Caim.

O frei Manuel Morujao, porta-voz da igreja católica portuguesa, respondeu que as declarações do autor de Ensaio sobre a cegueira eram "ofensivas''.

Esta não é a primeira ocasião que Saramago entra em confronto com as autoridades católicas. Em 1991, seu romance O Evangelho segundo Jesus Cristo causou impacto por apresentar Jesus vivendo com Maria Madalena. O novo livro de Saramago mostra uma visão crítica e às vezes humorística da vida do filho de Adão e Eva. (De Zero Hora).

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Comentários da notícia:

Saramago está certo. A Bíblia relata o que há de pior na humanidade. É um documento histórico que narra a sua queda e as mais diversas formas de atrocidades que o ser humano pode cometer quando está longe de Deus. Fala também de diversas tentativas que o homem fez de se aproximar de Deus por mérito próprio, e também de tentativas de substituir o Verdadeiro Senhor por outro qualquer que lhe fosse mais conveniente. Mas mais do que uma tragédia, a Bíblia também conta do plano de amor maravilhoso que foi escrito desde o começo dos tempos para que esta mesma humanidade perdida fosse salva pela inteira misericórdia e graça de Deus, o único Deus.


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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Narcotraficantes são obrigados pelo líder a ler a Bíblia 0


Na relação das dez organizações criminais que representam risco à segurança dos EUA, os 007 da Central Intelligence Agency (CIA) incluíram o cartel mexicano conhecido por La Familia Michoacán. O seu líder é Nazareno Moreno González, vulgo El Más Loco ou El Chayo.

O apelido El Más Loco tem a sua razão de ser. O líder impõe aos 9 mil filiados a leitura diária da Bíblia e a obrigação de frequentar cursos de aperfeiçoamento espiritual. Também são obrigados a ler as obras do pastor evangélico norte-americano John Eldredge. Sem querer, Eldredge virou guru de sanguinários narcotraficantes organizados.

Os membros desse cartel estão obrigados a seguir um código de ética, com todas as ambiguidades decorrentes do fato de ter sido produzido pela cabeça de um chefe que faz jus ao apelido. Nesse código está escrito, por exemplo, que o membro da organização não pode consumir bebidas alcoólicas nem usar cocaína, anfetaminas ou maconha.

Para eles, não vale nem a descriminação recém-prevista na lei mexicana para pequenas quantidades de drogas destinadas ao uso próprio. No México, permite-se a posse para consumo de até 5 gramas de maconha, meio grama de coca/a, 50 miligramas de heroína-, 40 miligramas de metanfetaminas e 0,015 miligrama de ácido lisérgico (LSD). Como os integrantes da La Familia Michoacán devem ser fiscalizados pela população, o chefão El Más Loco determinou o uso de camiseta com as iniciais FM estampadas.

Nos muros das cidades de Michoacán e Guerrero, sempre aparecem escritos para lembrar a “filosofia” da organização: “La Familia não mata por dinheiro, não elimina mulheres nem inocentes. Ataca apenas aqueles que fazem por merecer. Promovemos a justiça divina e protegemos a população da escória criminosa”.

Por ironia, o cartel nasceu na cidade de Michoacán, de onde é natural o presidente mexicano Felipe Calderón. Sua fundação data de setembro de 2006 e a penetração no Estado ocorreu de forma muito rápida, com muitas ações sociais e até assessoria de imprensa, esta a cargo de Dionisio Loya Plancarte, vulgo El Tio. Até agora, já foram presos e condenados dez prefeitos e oito chefes de polícia por envolvimento com La Familia, que também explora a extorsão mediante sequestro.

Leia o restante da notícia no Gospel+.

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Comentários sobre a notícia:

Vejam o que um pouco de má teologia faz. O guru destes grupos de narcotraficantes, John Eldredge, tem sido duramente criticado nos EUA por causa de seus livros, nos quais em parte mostram sua postura de focar a masculinidade cristã baseada na guerra e na violência. Inclusive, muitas publicações cristãs importantes no cenário americano descrevem Eldredge como tendo "uma visão de mundo preocupantemente não-bíblica".
Loucos como o chefe deste cartel, criando fundamentos em cima dos ensinos errados do primeiro, insurge-se como um justiceiro divino: "...não mata por dinheiro, não elimina mulheres nem inocentes. Ataca apenas aqueles que fazem por merecer. Promovemos a justiça divina e protegemos a população da escória criminosa". Seus liderados são obrigados a ler a Bíblia, muito provavelmente pela ótica do seu "guru", enquanto participam de sequestros, assassinatos, prostituição, trafico de drogas, corrupção e todas as outras atividades ilícitas que um cartel pode se envolver. Mais um exemplo de que a simples leitura e recepção intelectual da Palavra não bastam: é necessário obedecer (Leia o texto relacionado), da mesma forma que não é convertido quem "se converte" e continua roubando, prostituindo, mentindo, matando, fofocando, etc. como antes.
Deus tenha misericórdia deles para que possam realmente encontrar Deus na Palavra e possam se livrar deste opressor disfarçado de santo.


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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Jogos eletrônicos e a violência nossa de cada dia 0


Não é de hoje a polêmica relação que existe entre a prática de jogos eletrônicos que abusam da violência e a criminalidade gerada na sociedade. Muitos fazem esta associação: se alguém gosta deste tipo de jogo, provavelmente estará mais disposta à prática de atos violentos. O fato é que, apesar de muita discussão e muita pesquisa acerca deste assunto, não se chegou a um resultado conclusivo; não se conseguiu ainda criar uma relação de causa-efeito.

O deputado Carlos Bezerra (PMDB/MT) apresentou em 15 de setembro de 2009 projeto de lei com o objetivo de "tentar coibir a propagação de uma conduta que está a cada dia gerando mais danos nas sociedades contemporâneas: a difusão dos jogos eletrônicos que invadiram a sociedade e estimulam toda sorte de perversidade" (via InternetLegal). O objetivo deste projeto de lei é ter um dispositivo de punição para todo aquele que divulgar jogos eletrônicos, seja por meios físicos ou virtuais, que possam induzir à prática de atos violentos (Projeto de Lei disponível aqui, em PDF).

A despeito desta briga principal, entre os defensores e os adeptos dos jogos violentos, se realmente eles podem induzir ou não a criminalidade ou se tais criminosos já tinham uma propensão à violência e, por isso, gostam de jogos deste calibre, o que eu quero trazer à discussão nesta postagem são alguns conceitos que as pessoas tem acerca do que significa entretenimento.

Não há dúvida do caráter lúdico dos jogos, sejam eles físicos ou virtuais. Com o advento da informática foi possível a representação de ambientes que antes seriam impossíveis de serem representados em brincadeiras. Pensando num jogo de corrida, posso correr com qualquer veículo, até mesmo com tipos de carros que nem existem no mundo real,  sem possibilidade de se machucar ou de desembolsar valores para satisfazer este 'luxo'. Posso montar parques de diversão, controlar seu faturamento, desenvolver novos brinquedos, criar campanhas publicitárias... jogos que desenvolvem o raciocínio lógico, a visão espacial, a interação com outras pessoas, etc. Neste tipo de jogo, pode-se facilmente dizer que servem como uma válvula de escape para as tensões do dia-a-dia, como meio de desenvolver capacidades inatas de cada indivíduo, de até mesmo aprender como gerir um negócio.

Entretanto, vamos nos voltar aos jogos que fazem uso de violência. Quando falo em jogos violentos, não falo somente daqueles de luta, mas principalmente àqueles que exigem do jogador a habilidade e o desprendimento necessário para matar ou machucar pessoas, criaturas ou animais virtuais com fins de ganhar um prêmio no final, ou simplesmente de chegar ao fim do jogo. E alguns destes, a violência é ocasional; entretanto, há outros onde ela é o carro-chefe, é a finalidade-mor da 'brincadeira'.

Se pensarmos nestes games como válvulas de escape das tensões do dia-a-dia para coisas que não faríamos no mundo real devido às convenções sociais, será que isto é uma coisa boa? Exemplo: Fulano trabalha com vendas. Hoje, ele teve diversos incômodos com clientes difíceis, e vendeu pouco. Ao fazer o seu relatório diário para seu superior, acaba sendo humilhado e cobrado por melhor desempenho. Além disto, sua esposa lembra-o constantemente de comprar aquela casa nova que ela vive lhe falando. Ao final do dia, cansado, chega na frente do computador (ou video-game), e mata centenas de monstrinhos com tiros, ou atropela dezenas de pessoas com seu carro virtual; tudo isto para 'ficar mais calmo'. Seria isto saudável? Alguns podem dizer: melhor agir assim virtualmente do que de fato. Concordo, num sentido estrito. Mas do ponto de vista cristão, será que as intenções não são julgadas tanto quanto as ações que tomamos? (Leia Mateus 5 e veja o que Jesus diz sobre as intenções)

Apesar de não concordar que, necessariamente, quem gosta de jogo violento se torna uma pessoa violenta, gostaria de elucidar um caso em especial. Algumas situações representadas nestes games podem auxiliar ao criança/adolescente/jovem em formação a tomar certo tipo de atitude. Existem games que, ao final de cada fase, o herói virtual pode 'usufruir' fisicamente de uma mulher como prêmio. Além da pornografia explícita, eles vulgarizam a figura feminina a um mero objeto. Só isto não tornaria um rapaz, necessariamente, machista. Mas levando em conta que alguns destes usuários de games não tem claro discernimento entre o mundo virtual e o real; o movimento feminista, que infelizmente, ao invés de colocar as mulheres em pé de igualdade com os homens (conforme a Bíblia ensina), contribuiu para torná-la ainda mais discriminada; o tratamento das mesmas de forma vulgar por parte da mídia; e os mais diversos exemplos de desrespeito à figura feminina, que até mesmo dentro da própria casa pode estar representada; tudo isto pode fazer com que o jogador ache que aquilo que está no game é uma representação real da sociedade verdadeira. Além disto, é inocência demais achar que nada que vemos na TV ou no computador nos influencia. Se assim fosse, qual seria a utilidade do marketing e da propaganda?

Agora, quero chamar a atenção para o ponto principal. Deus nos orienta a não concordar com quem peca, nem se assentar com quem peca para pecar também, e nem ter o pecado como forma de entretenimento. É o último estagio da corrupção humana: divertir-se com o pecado alheio (Romanos 1:28-32). Jogos que incitam a violência, o homicídio, o estupro e a pedofilia (infelizmente, há este tipo de jogo disponível também) não deveriam ser usados por ninguém, menos ainda por cristãos. Lembre-se deste versículo escrito pelo Ap. Paulo, na sua carta aos Filipenses: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai" (Flp 4:8).


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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Castração química para crimes sexuais 0



CCJ do Senado vota projeto para castração química de pedófilos

Relator prevê tratamentos alternativos antes de aplicação do procedimento. Se for aprovada pelos senadores, matéria seguirá para análise na Câmara.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve analisar nesta quarta-feira (16) um projeto de lei que pretende instituir a castração química para pedófilos condenados por estupro, atentado violento ao pudor e corrupção de menores. O texto será votado em decisão terminativa e, se aprovado, não precisará passar pelo plenário do Senado, sendo enviado diretamente à Câmara dos Deputados.

Elaborada pelo senador Gerson Camata (PMDB-ES), a proposta cria a pena de castração química para pedófilos que cometam essas três modalidades de crimes contra menores de 14 anos. Camata avalia que a pedofilia envolve deformação psíquica de tal ordem que impede a reabilitação dos indivíduos que apresentam o distúrbio. Em razão disso, e considerando os danos psicológicos impostos às vítimas, o senador entende que o problema precisa ser enfrentado com "máxima objetividade e rigor".

Fonte: O Globo (Leia na íntegra)

Desconsiderando o intento populista e eleitoral que certamente está por trás da elaboração de projetos de lei como este e outros como a redução da maioridade penal, é de se analisar como a pedofilia e os demais crimes sexuais devem ser tratados pela justiça dos homens. Nós, cristãos, devemos estar atentos a estas discussões e oferecer soluções pautadas pelo nosso guia de prática e fé, a Bíblia, pois, embora pertençamos ao Reino Vindouro, ainda estamos aqui, e devemos influenciar a nossa sociedade para que todos, de uma forma geral, se beneficiem da sabedoria divina.

Em primeiro lugar, todo crime sexual advém do resultado de uma conduta comportamental alimentada pela pessoa desde a infãncia. Todo estuprador já foi adolescente, e antes disso criança. E nestas fases da vida, é de suma importância a participação da família (em primeira instância), da escola e da sociedade em geral para a formação do caráter de cada um deles. Nós cristãos sabemos que todos estes desvios de conduta são herança da natureza pecaminosa que cada homem e mulher tem, desde Adão e Eva. Para nós, está claro que os males praticados pela humanidade são de responsabilidade dela mesma, ao contrário do que se tenta provar, nos isentando da culpa atrelando cada um dos nossos "desvarios" à problemas físicos/genéticos (Mais informações leia aqui e aqui (em inglês)).

Levantando a questão da educação, o que está sendo oferecido para nossas crianças e adolescentes? Que tipo de comportamento tem sido mostrado para eles? Eles sabem delimitar perfeitamente o que é certo e o que é errado? Têm noção de qual base está sendo usada para firmar estes conceitos de moralidade? Infelizmente, o que se espera nem sempre é o que acontece realmente, e as famílias, escolas e a sociedade como um todo estão nitidamente falhando neste quesito. Com o óbvio aumento da violência, procuramos meios de nos defender criando leis punitivas mais graves. Mas isto é como matar o morto, como deixar a árvore má crescer para então se eliminar seus 'maus frutos'. Não evita o mal, não constrange ninguém a não praticá-lo, e não corrige ninguém.

É necessário, sim, punir já os que agem de maneira errada. O maior estímulo para cometer faltas é a esperança de impunidade (Cícero). Entretanto, precisamos também da criação de políticas públicas que melhorem não só a educação formal, mas que principalmente fortaleçam os laços familiares. É neste contexto que o caráter das pessoas é formado. Muito do que elas aprenderem ali será usado como suporte para sua vida adulta. Aquele conhecido provérbio "Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6) tem dois significados, um positivo e outro negativo: ensina o menino no caminho do bem, e ele não se desviará dele quando for velho; ensine-o no caminho do mal, e ele também não se desviará deste caminho.

Este projeto de lei não será aplicado nunca, a não ser que se refaça a Constituição. Existem dispositivos na nossa Carta Magna chamados 'pétreos', pois não são alteráveis nem mesmo por emenda constitucional. Um destes dispositivos diz que não haverá pena cruel (CF art 5º, XLVII, alínea e) e outro diz que é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral (CF art 5º, XLIX). Obviamente, o projeto que quer 'castrar psicologicamente' os apenados vai contra ao que consta na Lei Máxima do País. Em virtude disto, é completamente inútil esta discussão toda em cima desta polêmica. Leia mais informações sobre esta questão jurídica aqui.

Além disto, para alguns, o tratamento químico como alternativa à pena de reclusão favorece o criminoso. Segundo o presidente da CPI da Pedofilia, Magno Malta (PR-ES), "nem muda e nem acrescenta, mas favorece o criminoso. O sujeito abusa de criança, aceita tomar o medicamento e terá a pena reduzida. Qualquer advogado vai mandar ele tomar o medicamento." Segundo Malta, o medicamento funciona como redutor de apetite. "Quando o remédio acaba e passa o efeito, a pessoa tem apetite dobrado", disse. "Como os pedófilos são compulsivos, não há redução de libido com castração química que vá mudar a situação", completa. Para o presidente da CPI, a proposta tem problemas jurídicos "o condenado não é obrigado a tomar o medicamento" e práticos. "Quem vai fornecer o medicamento? Vai ser o Sistema único de Saúde? O pedófilo vai ter uma carteirinha de pedófilo? Como é que faz para comprar na farmácia?" (Fonte: O Diário de Maringá).

Já para o Presidente da OAB/SP, Luiz Flávio Borges D'Urso, o projeto, além de ser inconstitucional, "(...)implica condições de crueldade. O Estado não vinga, faz justiça. O Estado não tem sentimentos, tem de ser isento para aplicar a pena". D'Urso reconhece que o crime é grave, mas ressalta que o caminho para seu combate deve partir do reconhecimento de que a pedofilia é crime, e não uma doença, conforme afirma a Associação Brasileira de Psiquiatria: "Se o preso tem esse desvio, vai voltar a cometer crimes sexuais contra crianças. Estamos diante de um engodo, e não de uma castração." (Texto completo aqui)

A Bíblia fala sobre violência sexual no Antigo Testamento, mais especificamente no capítulo 22 do livro de Deuteronômio. Diz lá:

22 Se um homem for encontrado deitado com mulher que tenha marido, morrerão ambos, o homem que se tiver deitado com a mulher, e a mulher. Assim exterminarás o mal de Israel. 23 Se houver moça virgem desposada e um homem a achar na cidade, e se deitar com ela, 24 trareis ambos à porta daquela cidade, e os apedrejareis até que morram: a moça, porquanto não gritou na cidade, e o homem, porquanto humilhou a mulher do seu próximo. Assim exterminarás o mal do meio de ti. 25 Mas se for no campo que o homem achar a moça que é desposada, e o homem a forçar, e se deitar com ela, morrerá somente o homem que se deitou com ela; 26 porém, à moça não farás nada. Não há na moça pecado digno de morte; porque, como no caso de um homem que se levanta contra o seu próximo e lhe tira a vida, assim é este caso; 27 pois ele a achou no campo; a moça desposada gritou, mas não houve quem a livrasse. em juízo, entre sangue 28 Se um homem achar uma moça virgem não desposada e, pegando nela, deitar-se com ela, e forem apanhados, 29 o homem que se deitou com a moça dará ao pai dela cinqüenta siclos de prata, e porquanto a humilhou, ela ficará sendo sua mulher; não a poderá repudiar por todos os seus dias. 30 Nenhum homem tomará a mulher de seu pai, e não levantará a cobertura de seu pai.

Neste período, o adultério era punido com morte dos dois envolvidos; se fossem pegos praticando sexo, não sendo casados, era necessário que os dois se casassem; e em caso de estupro, o responsável pelo crime era morto.

A lei do povo hebreu, no AT, punia diversos crimes com a morte. "Olho por olho, dente por dente". Muitos têm uma visão equivocada desta frase, pensando que é a aplicação desproporcional da punição em relação ao crime; o que é uma inverdade: é a punição igual ao mal feito. Não estou pregando uma utilização da antiga lei judaica nos tempos de hoje. Mas creio que muito dos fundamentos morais que estão por trás destas leis podem, sim, serem aplicados ao nosso sistema jurídico. Quando Jesus disse para "oferecer a outra face", não estava dizendo para deixar impune àquele que nos afrontou, mas simplesmente que perdoássemos ao nosso ofensor; oferencendo-lhe a outra face, damos uma nova chance para o agressor. Num outro aspecto, oferecer a outra face também pode significar uma mudança de postura diante do mal: retribuir o mal com bem, oferecer flores quando lhe atirarem pedras.

Acontece que fazer o bem não significa necessariamente deixar de punir o mal feito. Geralmente, o correto a se fazer é aplicar uma penalização justa. O perdão é dado; mas as consequências do erro continuam. Você pode perdoar o ladrão que roubou sua casa, ao mesmo tempo que inicia um processo contra ele. Fazer alguém pagar pelos erros não é um ato de maldade; mas um exercício com o objetivo de inculcar responsabilidade pelas infrações cometidas.

Em resumo: não sou a favor da castração química, pois ela não surte efeitos no caráter da pessoa. Mesmo sem ter ereções, ela pode muito bem molestar sexualmente alguém de várias formas adversas. De acordo com nossa Constituição atual, não é nem mesmo possível implementar tal procedimento. Sou a favor da pena de morte nestes casos; entretanto, tampouco nossa Carta Magna permite este tipo de punição. Creio na funcionalidade de medidas sociais para evitar que este tipo de delilquente (aliás, qualquer tipo) seja formado na sociedade, através de uma educação familiar e formal de qualidade e que prezem valores cristãos. Dentro das possibilidades jurídicas atuais, penso que uma forma de tentar ressocializar estes criminosos é expondo-os à Palavra de Deus, que é poderosa para alterar até mesmo o mais corrupto dos seres humanos. Mas, é claro, sabemos que nem todos a ouvem.

Para reflexão, quero deixar dois textos para leitura. Um deles é de Solano Portela, sobre a posição cristã a respeito da pena de morte, e o outro texto abaixo, o qual extraí dois trechos do livro "Amar é sempre certo", de Josh McDowell e Norman L. Geisler (recomendadíssimo para leitura completa).

Trecho 1:

Vemos isso no cinema e ouvimos falar a respeito nos relatos de guerra. Uma granada de mão é atirada no centro de uma tropa de soldados. Enquanto seus companheiros se acovardam, temerosos, um soldado valente e destemido atira-se sobre a granada para impedir uma explosão fatal que mataria vários deles. Uma pessoa sacrifica a vida para salvar muitos. A cena ilustra uma diretriz muito óbvia para o amor em conflito: em iguais circunstâncias, o amor exige que muitas vidas sejam mais importantes do que poucas. Sansão sacrificou sua própria vida para matar o inimigo e salvar assim o povo de Israel (Jos. 16:29,30). Davi matou Golias para proteger a vida de muitos seus compatriotas (1 Sam. 17). Caifás, o sumo sacerdote na época da crucificação de Jesus, usou esse princípio ao dizer aos judeus que seria "conveniente morrer um homem pelo povo" (João 18:14). Essa foi uma predição inconsciente do sacrifício expiatório de Cristo pelo mundo inteiro (Rom. 5:15). O apóstolo Paulo disse que estava pronto a trocar sua salvação eterna pela salvação do seu povo, os judeus (Rom. 9.3).
A Escritura apóia o princípio de que muitos é melhor do que poucos. Deus disse a Adão: "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a" (Gên. 1:28), e repetiu a ordem a Noé depois do dilúvio (Gên. 9:1). Todavia, a palavra enchei sugere limites ao princípio, isto é, muitos é melhor do que poucos, mas não melhor do que demais. Além disso, Deus oferece a salvação a todos e não só a alguns – "Não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento" (2 Ped. 3:9).
Em termos práticos, não podemos amar a todos e, portanto, devemos amar a tantos quantos for possível. Devemos tentar alcançar tantos dos nossos familiares, vizinhos e colaboradores em Cristo quantos pudermos. Devemos apoiar tantos ministérios cristãos quantos pudermos com nossas contribuições e orações. Se tivermos de escolher, devemos apoiar os ministérios que estiverem fazendo mais bem para mais pessoas.
A idéia de que as circunstâncias são iguais está implícita nas ilustrações até este ponto. O princípio muda quando as circunstâncias não são iguais? Sim. A Bíblia contém vários exemplos de alguns justos tendo prioridade sobre muitos perversos. Por quê, se todas as vidas têm o mesmo valor intrínseco? Porque às vezes os poucos são a chave para salvar muitos, o justo Noé e sua família foram preservados enquanto o restante da população do mundo perverso pereceu (1 Ped. 3:20). Deus destruiu os muitos perversos de Sodoma e só salvou alguns justos da família de Ló (Gên. 19). Os israelitas tiveram ordem de exterminar todas as nações perversas de Canaã (Lev. 18:24-25). Em todos esses casos, os poucos foram o instrumento para salvar muitos.
Devemos certamente amar os perdidos e procurar leva-los a Cristo. Mas devemos investir tempo de qualidade para alimentar e cuidar da família de Deus com quem passaremos a eternidade. Passar tempo discipulando cinco crentes que podem por sua vez estender-se para outros cinco incrédulos é melhor do que tentar converter cinco incrédulos resistentes, embora ambas as atividades sejam importantes. Devemos amar e estender-nos para o maior número de pessoas que pudermos, com preferência dada à nossa família e à família de Deus.
Trecho 2:
A pena de morte, a execução deliberada de um indivíduo, um assassino, foi originalmente instituída por causa da falta de consideração pelo homem feito à imagem de Deus (Gên. 9:6). Ela foi reforçada na lei mosaica (Êxo. 21:23-25), reconhecida por Jesus (João 19:11) e repetida por Paulo quando lembrou aos cristãos que a autoridade "não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal" (Rom. 13:4). Exigir a pena de morte é algo muito sério, portanto a identificação do assassino deve ser indiscutível e sua responsabilidade pelo assassinato não pode conter sombra de dúvida.
A pena de morte, quando ministrada com justiça, é um tipo de sacrifício misericordioso do culpado a favor do inocente, contrariando o sentimento popular, a pena capital não é uma expressão de desrespeito bárbaro pela vida do assassino. Este, e não o tribunal que o condenou justamente, é quem desrespeitou barbaramente o valor da vida humano. O amor exige que perguntemos a quem deve ser demonstrada misericórdia, ao inocente ou ao culpado. Se deixarmos de insistir na justiça pelo sacrifício do culpado a favor do inocente, mostramos desconsideração pelo amor bíblico e desrespeito pelo valor de uma vida inocente.
A mesma justiça de Deus que exigiu o sacrifício substitutivo de Cristo, vida por vida, está no âmago da moral da pena máxima. Não havia outro meio de satisfazer a justiça de Deus, além de cristo dar a Sua vida pela nossa (Mar. 10:45; 1 Ped. 2:24). Não há também outro meio de satisfazer a justiça de Deus e assegurar uma ordem social justa e respeitável senão insistir que a vida de um assassino seja sacrificada. A desconsideração absoluta e odiosa pelo valor da vida de cada um não pode ser tolerada pelo amor; o amor deve condená-la. É amoroso valorizar e proteger a vida humana, e a pena capital foi instituída justamente para isso. Quando o indivíduo compreende que perderá a vida se tirar a de outrem, isso impedirá que muitos se tornem assassinos. Uma coisa é certa: Ninguém que recebe a pena de morte repetirá o crime!



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